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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Brasil – 515 Anos de Mistérios

Brasil – 515 Anos de Mistérios

Posted by Thoth3126 on 03/09/2015

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Vem surgindo UMA NOVA RAÇA … Vem sendo gestada nos últimos 515 anos em terra brasilis … O Sagrado e Santo GRAAL do planeta é aqui, em nosso país. A atual crise política por causa da CORRUPÇÃO é apenas o processo de LIMPEZA se acelerando !!

“A história do Brasil que nossos avós e  professores não conheciam está repleta de referências à presença de fenícios e outros povos em nossa terra milênios antes da chegada de Cabral.“

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Gilberto Schroeder:  O Brasil não foi descoberto em 1500 (há 515 anos no passado…). Nem a América do Norte em 1492.

Milhares de anos antes de Colombo e Cabral colocarem seus pés no chamado Novo Mundo, povos de várias partes do mundo antigo já haviam se estabelecido no continente. Os sinais dessa presença são perceptíveis em inúmeros pontos do Brasil e outros países das américas, em inscrições na rocha ou nos restos das cidades que haviam construído.

Essa teoria é aceita por muitos arqueólogos, antropólogos, paleontólogos, filólogos e pesquisadores autônomos que se dedicaram a descobrir e interpretar esses sinais, elaborando uma história que não é contada nas escolas e muito menos tida como oficial.

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O misterioso e acuradíssimo Mapa de PIRI REIS, mostrando com exatidão a costa leste do Brasil e a Antártica em 1513 ???

É verdade que um número crescente de historiadores rejeita por completo a versão portuguesa e espanhola da descoberta, ou do achamento, apresentando evidências de que tanto Cristóvão Colombo quanto Pedro Álvares Cabral sabiam muito bem para onde se dirigiam e o que poderiam encontrar do outro lado do oceano.  Cartas náuticas (ainda remanescentes de Atlântida via Biblioteca de Alexandria) que, na época, já eram conhecidas há séculos — segundo alguns, há milênios-, indicavam o caminho da mina, literalmente.

Outra linha de estudos levanta uma nova proposta: que os sinais encontrados no Brasil e outros pontos das Américas não foram deixados por civilizações que vieram da África, Europa ou Oriente Médio, mas sim, de povos que se desenvolveram por aqui mesmo e, por alguma razão, desapareceram. As idéias mais radicais, ou apenas mais ousadas, afirmam que o território brasileiro poderia ser o berço de algumas das grandes civilizações do planeta, ou que na América Central estaria a verdadeira Atlântida.

Ondas de colonos teriam se espalhado pelo planeta a partir da América e, apesar de terem florescido em outras regiões, não tiveram o mesmo sucesso aqui. Levanta-se também a possibilidade de que o mundo antigo era um tanto diferente do que imagina a maioria dos historiadores, e que a comunicação entre os povos era bem difundida, com as mais diferentes culturas interagindo e negociando, uma influenciando a outra.

Um dos raciocínios lógicos que levou pesquisadores a pensarem no Brasil como o centro de desenvolvimento de uma sociedade refere-se à idade geológica do nosso terreno, em alguns pontos (o grande planalto central que vai desde a serra gaúcha até Palmas, em Tocantins) superior a 650 milhões de anos, com rochas que chegam a atingir 2,5 bilhões de anos. Segundo os cientistas calculam, o planalto central brasileiro já havia se elevado acima do nível do mar, enquanto a maior parte das terras do planeta ainda estava submersa ou formando pequenas ilhas (como é o caso da Europa, muitíssimo mais recente).

É verdade que um número crescente de historiadores rejeita por completo a versão portuguesa e espanhola da descoberta, ou do achamento, apresentando evidências de que tanto Cristóvão Colombo quanto Pedro Álvares Cabral sabiam muito bem para onde se dirigiam e o que poderiam encontrar do outro lado do oceano. Cartas náuticas (provavelmente ainda remanescentes de Atlântida) que, na época, já eram conhecidas há séculos — segundo alguns, como Charles Hapgood, há milênios —, indicavam o caminho da mina. literalmente.

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Em 9 de novembro de 1929, enrolado em uma prateleira empoeirada do famoso Museu Topkapi, em Istambul, dois velhos mapas foram encontrados.

Tratava-se das cartas de um almirante turco, Piri Reis, célebre capitão da marinha turca, que nos deixou um extraordinário livro de memórias intitulado Bahrye, onde relata como ele próprio preparou estes mapas.

Outra linha de estudos levanta uma nova proposta: que os sinais encontrados no Brasil escritos em pedra e outros pontos das Américas não foram deixados por civilizações que vieram da África, Europa ou Oriente Médio, mas sim, de povos que se desenvolveram por aqui mesmo e, por alguma razão, desapareceram.

As idéias mais radicais, ou apenas mais ousadas, afirmam que o território brasileiro poderia ser o berço de algumas das grandes civilizações do planeta, ou que na América Central estaria a verdadeira Atlântida.

Os Colonizadores

Por volta de 1844, o naturalista e arqueólogo dinamarquês Peter Wilhelm Lund descobriu ossadas humanas e de animais em Lagoa Santa, Minas Gerais, cuja idade atribuída é de 20 a 40 mil anos, dependendo dos especialistas que se manifestem a respeito. Alguns estudiosos entendem que esses homens eram os Laguidas, os mesmos cujas ossadas também foram encontradas em Tiahuanaco, Peru, o que confirmaria a antigüidade da civilização sulamericana e, em especial, da brasileira. Da mesma forma, essa datação levou alguns cientistas a recusar a tradicional suposição de que as Américas foram colonizadas a partir do estreito de Behring.

Seguindo nessa linha, vários pesquisadores entendem que os sinais de qualquer provável cultura autóctone só podem ser encontrados em lendas, artefatos e inscrições existentes no território brasileiro, e são mais numerosos do que se imagina. Esses mesmos sinais, gravados nas rochas, também são mostrados como prova da presença de fenícios, sumérios e egípcios por aqui.

Estudando vestígios encontrados na região amazônica e em outros pontos da América do Sul, o historiador paraguaio Marcelino Machuca Martinez entendeu que navegadores fenícios teriam vindo para a foz do rio Amazonas, onde fundaram um reino ao qual ele (Martinez) deu o nome de Mairubi. Segundo Martinez, informações a esse respeito podem ser encontradas em textos do historiador Selênio, dirigidos ao rei da Frigia, em 1329 a.C., nos quais ele informava ao monarca sobre o estabelecimento da colônia em terras distantes.

Por volta de 1100 a.C. os colonizadores teriam partido em dois grupos de exploração: um seguindo pela costa do Brasil até a região do Rio da Prata, e o outro, penetrando na Amazônia até atingir os Andes e o lago Titicaca, onde deram origem à civilização de Tiahuanaco.  Os sinais que Martinez viu são os mesmos estudados por Peregrino Vidal ou Bernardo da Silva Ramos, e podem ser vistos em locais como a Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, em Itapeva, Itaquatiá, Arruoca, Lapa Vermelha, Sete Cidades, Pouso Alto, Monte Alegre e muitos outros lugares.

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Estudos Antigos

Não é de hoje que se acredita que as Américas tenham sido colonizadas a partir do Oriente Médio. Em 1571, o pesquisador espanhol Arius Montanus, ou Arias Montano, publicou um mapa-múndi onde era levantada a proposta de que o povo de Jectão, descendente de Noé, ( Gênesis, cap 10, vers. 29) teria sido guiado para cá por um homem chamado Ophir, que chegou até o Peru e fundou um reino com seu nome. Outro grupo, liderado por Jobal, teria permanecido no Brasil. Alguns estudiosos desenvolveram teses semelhantes, como Manassés ben Israel, Lorde Kingsborough e Gregório Garcia, este último em 1607.

Já o historiador Onffroy de Thoron afirmava que o reino de Ophir existiu, mas no alto Amazonas, de onde embarcações fenícias partiam levando madeira e metais preciosos para o rei Salomão, que havia feito um pacto com o rei fenício Hiram, de Tiro (cerca de 970–936 a.C.) para a construção do Templo de Jerusalém. Os fenícios eram os grandes navegadores da época e já tinham um contato anterior com o rei Davi. O Livro de Mórmon, a bíblia da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos  Dias, também cita a colonização das Américas por tribos de Jerusalém, a mais antiga tendo chegado na época em que “o Senhor confundiu as línguas na Torre de Babel”, o que recuaria o descobrimento da América em mais de mil anos.

Diz-se que essa torre foi reconstruída por Nabucodonosor II entre 604 e 562 a.C., mas C.W. Ceram — autor de “Deuses, Túmulos e Sábios” — afirmou não ter dúvidas de que na época de Hamurabi (1955–1913 a.C.) a torre d Babel original já havia desaparecido. Na segunda viagem, por volta de 600 a.C., teriam se estabelecido no Peru e construído a civilização conhecida hoje como Chavín de Huánta. A história e a arqueologia oficialmente não reconhecem a validade dessas especulações, e nem dos estudos do filólogo Peregrino Vidal, que dedicou grande parte de sua vida ao tema.

Ele acreditava que o nome original do Brasil seria Be-ra-zil, significando o domínio dos cantores escuros, e que duas levas de colonos chegaram aqui, a segunda de tribos hamitas. As lendas vão ainda mais longe ao se referirem a Tupi e Guarani como dois irmãos que vieram de uma região distante para povoar o Brasil (a lenda é correta mas a origem dos irmãos seria Atlântida, ao norte). Hoje em dia, antropólogos e historiadores confirmam a existência da lenda e também o fato de que, na época em que os portugueses chegaram ao Brasil, os grupos tupi e guarani já se encontravam há anos em fase de migração para o nordeste. Segundo suas lendas, eles estavam retornando ao local de onde tinham vindo, uma terra mítica além do oceano.

Inscrições gravadas em pedra em Língua Aramaica em Los Lunas, Novo México-EUA

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Acima: As Inscrições em Aramaico encontradas em Los Lunas- INTERIOR do Novo México-EUA – http://nyudraa.blogspot.com

Esta rocha foi encontrada no estado norte americano do Novo México e possui escrita inscrições em hebraico antigo e o mais surpreendente na tradução dos caracteres gravados na rocha é que o significado em tudo e por tudo é semelhante aos dez mandamentos dados ao provo hebreu, por Moisés, aos pés do monte Sinai, durante o êxodo conforme descrito na bíblia, o que demonstra a autenticidade e antiguidade das inscrições e o conhecimento que os povos semitas tinham do que viria a ser descoberto mais tarde e denominado de “Novo Mundo”.

1. Data da inscrição:  cerca 700 a.C; – 

2. Localização dos Descobrimentos: Região de Los Lunas, Novo México, EUA;  

3. Data da Descoberta : Desconhecida; levadas ao conhecimento dos estudiosos no ano de 1850. 

4. Língua: Hebraico/aramaico antigo;  

5. Escrita Superfície: na rocha:

Tradução dos caracteres:

1. Eu sou YHWH seu Elohim (plural para deuses), que trouxe você para fora da terra

2. Nenhum (outro) Elohim terás diante de mim

3. E uma casa de servos? Não fazem a você? Não fazem

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4. YHWH o nome em vão. lembre o dia de

5. Shabat para torná-lo santo honra teu pai e tua mãe, para que

6. Seus dias mais longos ser sobre a terra que YHWH teu Elohim

7. Dá para você, não matar, não cometerás adultério, não roubar, não

8. Humilhar seu vizinho, um falso testemunho. Não cobice a mulher do teu próximo

9. E tudo o que pertence ao teu próximo

A seguir uma tabela comparativa do Tetragramaton (as quatro letras do nome divino hebraico) de Los Lunas com alguns outros encontrados em velhas inscrições históricas:

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Tetragramaton de Los Lunas 

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Registro Moabita (Moab) em pedra do nono século antes de Cristo

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Cerâmica Lachish do sétimo século antes de Cristo

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Manuscritos do Mar Morto do terceiro século antes de Cristo

clip_image015Moderna Inscrição hebraica do Tetragammaton

Há outra inscrição em uma pedra menor no Pináculo sul da mesa em Los Lunas. Ela pode ter servido como um altar. A foto foi tirada por David Moore em uma viagem de campo para Hidden Mountain em 1993. A primeira linha contém o Tetragrama em letras paleo-hebraico. As letras são semelhantes em estilo à inscrição na pedra Decálogo de Los Lunas, mas parecem estarem mais gastas pela erosão.

Para comparação de tamanho foi colocada uma moeda ao lado.A inscrição do Decálogo de Los Lunas usa o Tetragrammaton em três lugares. Eles são esculpidos na superfície da rocha em letras hebraicas antigas. E eles são, provavelmente, uma das mais antigas (cerca de três mil anos) amostras de escrita do Tetragrammaton sobreviventes do mundo! E ESTÃO LOCALIZADAS NA AMÉRICA DO NORTE !!!!!

Fotos: http://www.mhccorp.com/archaeology/decalogue-tetragrammaton.html

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Foto: David Moore em 1993

Abaixo está um desenho da mesma inscrição e uma tradução interlinear:

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Tradução: Jeová, o nosso deus.


Fenícios e Hebreus no Brasil há mais de 3 mil anos?

Ludwig Schwennhagen, outro pesquisador que passou muito tempo investigando os sinais encontrados no norte e nordeste do Brasil, acreditava que os fenícios tinham chegado à América por volta de 1100 a.C., estabelecendo-se e realizando uma série de expedições exploratórias ao interior. Além disso, nas constantes viagens que faziam pelo oceano, traziam pessoas de outras nacionalidades, como os etruscos, que teriam criado a riquíssima cerâmica marajoara.

Schwennhagen também viu nos nomes de algumas localidades brasileiras uma origem lingüística distante, especialmente fenícia. Assim seria com a cidade de Tutóia, no litoral do Maranhão, tida como a mais antiga da região cujo nome original o pesquisador entende que seria Tur-Tróia.

Os fenícios apoiaram os troianos na guerra contra os gregos e, após a derrota, teriam ajudado levando milhares de sobreviventes para suas colônias, algumas das quais receberam o nome da cidade original. O nome Tur seria referente à metrópole dos fenícios. Também na Argentina, na região de Santiago del Estero, foram realizadas escavações que revelaram vasos e pratos considerados iguais aos encontrados em Tróia, conforme os arqueólogos Emilio e Duncan Wagner publicaram no livro La Civilización Chaco-Santiagueña, em 1935.

Além dos troianos, os fenícios também teriam trazido as amazonas, originalmente residentes na África. Os egípcios teriam sido trazidos por volta de 940 a.C.. As lendas dizem que as amazonas eram as responsáveis pela fabricação dos muiraquitãs, pedras talhadas com figuras variadas e utilizadas como amuletos, encontradas na região amazônica. J. Barbosa Rodrigues, estudioso dos muiraquitãs, via nos amuletos a prova de um relacionamento entre a Ásia e a América num período anterior à chegada dos conquistadores, uma vez que essa técnica de entalhe não era conhecida na região.

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Schwennhagen desenvolveu uma linha de pensamento complexa, mas que chamou a atenção de muitos estudiosos. Segundo ele, a Atlântida original seria a região das Antilhas, onde, em meados do século XX, descobriram-se as ruínas submersas de Bimini — local conhecido na época pelo nome de Caraiba, significando terra dos caras ou caris, o povo que estaria ligado aos cários do Mediterrâneo. Saindo das Antilhas, eles se estabeleceram na Venezuela e eram as sete tribos da nação tupi. Schwennhagen propôs que a língua tupi seria um ramo do sumério e que existiriam provas disso nos textos do rei Urgana, gravados em placas de barro e guardados no Museu Britânico.

No entanto, a base histórica para a ligação com os cários não é facilmente sustentada. O domínio dos fenícios no Brasil teria se estendido até cerca de 146 ou 147 a.C., quando os romanos destruíram Cartago durante as guerras púnicas, a poderosa colônia fenícia, e interromperam o contato marítimo. Segundo Schwennhagen, nessa época iniciou-se o êxodo de fenícios e egípcios no Brasil em direção ao norte e oeste, chegando ao Peru, Bolívia e México.

Milhares de Inscrições em rochas

O arqueólogo Bernardo de Azevedo da Silva Ramos trabalhou durante 30 anos na identificação e catalogação de sinais e inscrições do Brasil, coletando cerca de 1500 que foram reunidos no livro Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica, publicado pela Imprensa Oficial do Rio de Janeiro. Essa obra foi examinada pela Comissão de Arqueologia, em 1919, que chegou à conclusão de que os desenhos correspondiam a caracteres fenícios, gregos, hebraicos e árabes.

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Acima: A PEDRA DO INGÁ, no Brasil e suas misteriosas inscrições.  A Pedra de Ingá, ou Itacoatiara, é formada por blocos de gnaisse divididos em três paineis, tendo o bloco principal dimensão de 24 metros de comprimento por 3,8 m de altura. 

Uma das gravações mais famosas do país está na Pedra do Ingá, na Paraíba.  A rocha, que tem 20 metros de comprimento, foi descoberta em 1598 e estudada pelo cientista Elias Eckerman, em 1641, a mando de Maurício de Nassau (Um judeu holandês interessado na história de seu povo semita). Em 1874 o historiador Vernhagen também estudou as inscrições e, mais recentemente, o professor José Anthero Pereira Jr.. Alguns pesquisadores dizem que não foi possível decifrá-las — entre as inscrições existe uma representação da Constelação de ÓRION.

Há muitos sulcos e pontos capsulares seqüenciados, ordenados, que lembram constelações, embarcações, serpentes, fetos e variados animais e simbologia ainda desconhecida em seu significado, todas parecendo o modo que os indígenas ou os visitantes de outras latitudes (ou de outros planetas) tinham para anunciar idéias ou registrar fatos e lendas, que apresenta um grande potencial turístico e cultural, entretanto explorado de maneira extremamente irregular.

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Outras inscrições foram pesquisadas por Marcel Homet, na Pedra Pintada, em Roraima. No local, próximo à divisa com a Venezuela, os desenhos espalham-se por uma área de 600 metros quadrados, muitas vezes apresentando perfis, como era costume na arte egípcia.

Homet dizia que os indígenas encontrados pelos portugueses no Brasil seriam incapazes de fazer tais representações de cavalos, carros, rodas e alfabetos desconhecidos.Inscrições semelhantes surgem na pedra de Itamaracá, no Xingu, analisadas por Ladislao Neto.

A rocha somente é visível em época de seca, o mesmo ocorrendo no Rio Negro, quando a escassez de água descobre grutas em cujos tetos estão figuras de animais, homens, círculos e outros sinais que, segundo Ladislao Neto, lembram os alfabetos semíticos. Existem desenhos também em Itacoatiara, no rio Amazonas, estudados por Silva Ramos e, posteriormente, por Roldão Pires Brandão, para quem tratava-se de escrita fenícia relacionada a uma civilização extinta há 3 mil anos.

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Acima: A Pedra Pintada, em Roraima próximo à divisa com a Venezuela, os desenhos espalham-se por uma área de 600 metros quadrados, muitas vezes apresentando perfis, como era costume na arte egípcia.

Cidades Perdidas

As inscrições misteriosas estendem-se por todo o território brasileiro, mas em nenhum lugar são tão visíveis quanto na Pedra da Gávea, um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Ali podem ser encontrados sinais que alguns pesquisadores consideram como inscrições fenícias, enquanto outros se recusam a aceitá-los como algo feito por mãos humanas. A própria pedra apresenta a forma de um rosto imenso esculpido, interpretação também recusada por muitos estudiosos, que vêem nela um fenômeno natural de erosão, como o atribuído a Sete Cidades, no Piauí.

Possíveis vestígios de uma cidade pré-descobrimento podem ser encontrados em Paraúna, cerca de 160 quilômetros de Goiânia, onde existem muralhas feitas de pedras com formato hexagonal. As explicações são as mais variadas, e existem mais histórias do que estudos científicos sobre o local, mas tudo indica que se trata efetivamente de algo construído por uma civilização bem antiga.

Também em Monte Alto, na Bahia, no local conhecido como Riacho das Pontas, foram encontradas o que podem ser ruínas de uma cidade desaparecida. O arqueólogo Angyone Costa, que estudou o local, disse existir ali um alinhamento de pedras com cerca de um metro e meio de altura, colocadas eqüidistantes numa extensão de um quilômetro, além de outras ruínas. Não se sabe se essa descoberta está ligada a uma outra, ainda mais sensacional, relatada por exploradores em 1753, na Serra do Sincorá, e dada a público em 1838, quando um funcionário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro encontrou um relato da viagem e da descoberta na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.

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Acima a misteriosa Pedra da Gávea no Rio de Janeiro. (Uma esfinge semita dos fenícios?)

A expedição liderada pelo bandeirante Francisco Raposo encontrou uma cidade impressionante, repleta de construções imensas, templos, praças e estátuas. Um dos membros da expedição teria encontrado moedas de ouro com a imagem de um jovem e algumas inscrições.

Depois disso, a cidade jamais pôde ser encontrada novamente. Os sinais da existência de civilizações desenvolvidas no Brasil são inúmeros e dão pano para muitas mangas. Mas chama a atenção que os estudos a respeito parecem não avançar, mantendo uma desnecessária aura de mistério em torno das inscrições, objetos e ruínas.

Independente de serem culturas de outras partes do mundo trazidas para cá, ou de civilizações que aqui se desenvolveram, parece cada vez mais claro que a história do Brasil precisa ser reavaliada. Especialmente aquelas anteriores à chegada dos europeus que, segundo um grande número de pesquisadores acredita, nada descobriram. Apenas tomaram posse de um território há muito conhecido pelo mundo (muito) antigo.

Publicado originalmente em setembro de 2012

Mais informações em:

1. http://thoth3126.com.br/brasil-e-o-mapa-de-piri-reis/

2. http://thoth3126.com.br/terra-de-ofir-o-rei-salomao-no-brasil/

3. http://thoth3126.com.br/pedra-da-gavea-uma-esfinge-no-brasil/

4. http://thoth3126.com.br/brasil-o-territorio-sagrado-para-a-deusa-e-seus-filhos/

5. http://thoth3126.com.br/brasil-portugal-e-os-cavaleiros-templarios/

6. http://thoth3126.com.br/brasil-monte-roraima-uma-escalada-ao-mundo-perdido/

7. http://thoth3126.com.br/pedra-do-inga-evidencias-ufologicas-na-antiga-pre-historia-do-brasil/

8. http://thoth3126.com.br/o-reino-de-ofir-eo-brasil/

9. http://thoth3126.com.br/os-reinos-perdidos-z-sitchin/

10. http://thoth3126.com.br/brasil-o-gigante-desperta/

Permitida a reprodução desde mantenha a formatação original e mencione as fontes.

clip_image025www.thoth3126.com.br

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domingo, 6 de setembro de 2015

Esfinge no Brasil: Pedra da Gávea, um acesso para Agharta

Esfinge no Brasil: Pedra da Gávea, um acesso para Agharta

Posted by Thoth3126 on 06/09/2015

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A Pedra da Gávea e suas inscrições fenícias, uma Esfinge semita no Brasil...

O batismo dessa montanha rochosa como Pedra da Gávea remonta à épica expedição do capitão português Gaspar de Lemos, iniciada em 1501, de que participou igualmente Américo Vespúcio, e na qual também o Rio de Janeiro recebeu sua denominação.

“Em tempos de mentiras universais, apenas dizer a verdade se torna um ato revolucionário”. George Orwell

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

A Pedra da Gávea – Uma Esfinge semita no Brasil…

By Luiza Becari, Viewzone Brazil. –  Fonte: http://www.viewzone.com

Foi a primeira montanha carioca a ser batizada com um nome em português, após ter sido avistada, no primeiro dia de janeiro de 1502 pelos seus marujos, que reconheceram em sua silhueta o formato de um cesto de gávea, dando origem ao termo usado para toda a região da Gávea Pequena e para o atual bairro da Gávea.

No alto de uma montanha costeira, esta escultura enorme e em grande parte desconhecida de um rosto lembra antigos exploradores da Esfinge de GIZÉ, no Egito. Inscrições misteriosas dão indícios de uma língua extinta. Isso poderia ser uma conexão para o passado esquecido do BRASIL e seus longínquos visitantes?

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A imensa rocha e em seu topo a Pedra da Gávea vista da Praia de San Conrado.

Entre São Conrado e a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, essa montanha já lendária com o rosto de um antigo gigante se eleva a 842 metros acima do nível do mar. Quando o Brasil foi descoberto, exploradores portugueses deram a rocha o nome de Pedra da Gávea , porque era como um observatório perfeito para as recém chegadas caravelas portuguesas (as embarcações utilizadas por eles para cruzar o oceano e chegar ao continente sulamericano).

Mas a Pedra da Gávea, uma enorme rocha cercada por vegetação nativa exuberante, tem atraído tanto a atenção do público assim como de pesquisadores e historiadores ao longo dos séculos. Sua face parece uma figura esculpida, e existem inscrições antigas em um de seus lados que não poderiam ter sido feitas pela natureza. As origens dessas esculturas foram discutidas ao longo dos anos, mas ninguém ainda pode “provar”quem as fez e por quê.

A teoria de uma tumba fenícia:

De acordo com Pedro Lacaz do Amaral, um experiente guia alpinista do Live to Climb que escalou a rocha várias vezes, ela supostamente seria o lugar do enterro de um rei fenício. Para apoiar esta teoria, ele nos enviou recortes de revistas muito respeitáveis e populares e de jornais, que abrangeu as várias tentativas para descobrir a importância e a história real por trás da lenda da Pedra da Gávea. Segundo ele, essa lenda é bem conhecida entre os brasileiros e ele também acha que as gravações não poderiam ter sido feitas pela natureza por si só, como alguns especialistas dizem (ah os especialistas…eruditos, dogmáticos…).

Exploração:

Tudo começa no século XIX. Alguns “sinais” do lado da pedra teriam chamado a atenção do imperador D. Pedro I, embora seu pai, D. João VI, então Rei de Portugal, já houvesse recebido um relatório de um padre dizendo-lhe sobre as marcas estranhas, que datariam de antes de 1500 a sua existência, de quando o Brasil foi “descoberto”. Em 1839 uma pesquisa oficial foi feita, e em 23 de março, em sua seção 8 extraordinária, o Instituto Geográfico e Histórico do Brasil decidiu que a Pedra da Gávea deveria ser minuciosamente analisada e ordenou então o estudo local das inscrições do local.

Uma pequena comissão foi formada para estudar a rocha, mas cerca de 130 anos depois, O Globo, jornal de grande circulação no Brasil e muito “respeitável”, questionou tal comissão, perguntando se eles realmente escalaram a rocha ou simplesmente estudaram-na usando binóculos. O relatório dado pelo grupo de pesquisa diz que eles “viram as inscrições e também algumas depressões feitas pela natureza”. No entanto, ninguém que vê essas marcas de perto vai concordar que algum tipo de fenômeno natural poderia ter causado a aparição dessas inscrições na rocha bruta.  

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A enorme inscrição que parece esculpida na rocha bruta na têmpora direita da “cabeça” da esfinge (assinalado pela seta) e com quase 2,5 metros de altura cada uma. São bem visíveis a grande distância.

Após o primeiro relatório, ninguém falou sobre a Pedra da Gávea novamente e oficialmente até 1931, quando um grupo de excursionistas formou uma expedição para encontrar o túmulo do rei fenício que foi coroado em 856 a.C., em Tiro, antiga Fenícia, hoje o LÍBANO. Algumas escavações amadoras foram feitas sem nenhum resultado. Dois anos depois, em 1933, um clube de alpinistas do Rio de Janeiro organizou uma grande expedição com 85 alpinistas, que contou com a participação do Professor Alfredo dos Anjos, um historiador que deu uma palestra “in loco” sobre a “Cabeça do Imperador” e as suas possíveis origens. 

Em 20 de janeiro de 1937 aquele mesmo clube organizou outra expedição, desta vez com um maior número de participantes, com o objetivo de explorar a face e os olhos da cabeça de cima para baixo, usando cordas. Essa foi a primeira vez que alguém explorou aquela parte da rocha depois dos fenícios, se a lenda for verdadeira. Em 1946, de acordo com um artigo escrito em 1956, o Centro de Excursionistas Brasileiros conquistaram a orelha direita da cabeça, que está localizada em uma inclinação de 80 graus do solo e em um lugar muito difícil de alcançar.

Qualquer contratempo e seria uma queda de 20 metros, uma queda fatal livre para os escaladores. Esta primeira escalada do lado ocidental, embora quase vertical, foi feita virtualmente “à unha”. Há, na orelha direita, uma entrada de uma gruta, e que leva a uma caverna longa e muito estreita na largura que percorre todo o seu caminho até o outro lado da Pedra da Gávea.

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Em 1972, escaladores da “Equipe Neblina” escalaram o “Paredão do Escaravelho”, a parede do lado leste da cabeça, e cruzou com as inscrições fenícias, que ficam há cerca de 30 metros abaixo do topo da cabeça, de um modo muito difícil de se alcançar o lugar das inscrições. Embora o Rio de Janeiro tenha uma alta taxa anual de chuvas, as inscrições ainda estavam quase intactas. Em 1963 um arqueologista e professor com conhecimentos e habilidade científica chamado Bernardo A. Silva Ramos traduziu as inscrições como:

LAABHTEJ BAR RIZDAB NAISINEOF RUZT

Lido da direita para à esquerda (assim como no árabe, sânscrito e no hebreu atual se lê da direita para à esquerda):

TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL

Que traduzido significaria:

Tyro Phoenicia Badezir Primogênito de Jethbaal.

Mais alguns fatos que levaram à muitas histórias sobre a rocha:

§ – A aparência da grande cabeça com os dois olhos (não muito profundos e sem comunicação entre eles) e as orelhas, e o local de um nariz;

§ – As pedras enormes no topo da cabeça que se assemelham a uma espécie de coroa ou adorno;

§ – Uma cavidade enorme na forma de um portal no norte-leste parte da cabeça que é de 15 metros de altura, 7 metros de largura e 2 metros de profundidade;

§ – Um observatório na parte Sudeste como um dólmen, contendo algumas gravuras;

§ – Um ponto culminante como uma pequena pirâmide feita de um único bloco de pedra no topo da cabeça;

§ – As famosas e controversos inscrições no lado da rocha;

§ – Algumas outras inscrições pequenas se assemelham a cobras, raios de sol e etc, localizados em todo o topo da montanha;

§ – O local de um suposto nariz, que teria caído há muito tempo.

Roldão Pires Brandão, o presidente da Associação Brasileira de Espeleologia e Pesquisa Arqueológica no Rio e um dos muitos fãs da Pedra declarou: “É uma esfinge gravada em granito pelos fenícios, que tem a cara de um homem e o corpo de um animal deitado. A cauda deve ter caído por causa da ação do tempo. A rocha, vista de longe, tem a grandeza dos monumentos faraônicos e reproduz, em um de seus lados, a face severa de um patriarca”. (O Globo)

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Sabe-se hoje como UM FATO HISTÓRICO DOCUMENTADO que em torno de 856 a.C., Badezir ocupou o lugar do seu pai no trono de Tyro, na Fenícia, hoje o Líbano. É a Pedra da Gávea o túmulo deste rei? A imagem à esquerda mostra com o que a esfinge teria se parecido quando ela foi feita.

Outros sítios arqueológicos foram encontrados em Niterói, Campos e Tijuca que sugerem que os fenícios de fato, a cerca de três mil anos atrás, eles por lá perambularam também. Em uma ilha na costa da Paraíba, outro estado do Brasil muito longe do Rio, pedras ciclópicas e ruínas de uma antiga construção com quartos enormes, corredores e passagens extensas foi encontrado.

Segundo alguns especialistas, as ruínas seriam de construções de uma relíquia deixada pelos fenícios, apesar de existirem pessoas que contestam as conclusões desse tipo. Robert Frank Marx, um arqueólogo americano interessado em descobrir indícios de navegação pré-colombiana no Brasil, iniciou em 1982 uma série de mergulhos na baía da Guanabara à procura de restos de barcos antigos.

Sobre esta pesquisa do Arqueólogo, Robert F. Marx, O Globo publicou:

Buscando provas da navegação précolombiana no Brasil, e sugerindo que um navio fenício pode ter naufragado na baía de Guanabara, o arqueólogo americano Robert Frank Marx iniciou uma série de mergulhos na referida baía, para tentar descobrir embarcações fenícias naufragadas e provar, assim, que o Brasil e sua costa foram visitados em um passado muito remoto, pelos barcos dessa civilização semita do Oriente Médio, os fenícios de Tiro e Sidon. Não encontrou o navio afundado, mas descobriu algo muito interessante: ânforas (vasos) e outras peças fenícias!

O caso da descoberta dessas ânforas fenícias no leito da baía de Guanabara sempre foi tratado com o maior sigilo e sua descoberta foi revelada somente em 1978, com vagas informações. O nome do mergulhador que encontrou as três ânforas, junto com outras 12 peças arqueológicas, foi revelado, após a conferência do Museu da Marinha, pelo presidente da Associação Profissional de Atividades Subaquáticas, Raul Cerqueira. 

Trata-se do mergulhador José Roberto Teixeira, membro da associação que ficou com uma ânfora e entregou as outras à Marinha. O cabo José Tadeu Cabral, que tem mestrado em Arqueologia Pré-Histórica e trabalha no Museu da Marinha, disse que as peças, com capacidade para 36 litros, estão guardadas pelo Governo brasileiro, em um local sigiloso. Afirmou o jornal “O GLOBO”, em notícia publicada em 23 de setembro de 1982.

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Vista da Pedra da Gávea de outro marco do litoral carioca: O morro “Dois Irmãos” e à sua esquerda a Favela da Rocinha.

Shambalah:

A capital do reino  de AGHARTA, um vasto império subterrâneo que, de acordo com seus adeptos, teria milhões de habitantes em várias cidades subterrâneas espalhadas pelo planeta. Alguns adeptos sustentam que este mundo subterrâneo tem compartimentos secretos dentro da base da pirâmide na Planície de GIZÉ, nas grandes pirâmides, notadamente naquela atribuída a sua construção à Quéops (a grande pirâmide do Egito. De acordo com as mesmas pessoas, há três entradas para Agharta localizadas no Brasil:

Sete Cidades do Piauí, Serra do Roncador (Na SERRA AZUL, em BARRA DO GARÇAS, MT) e outra na Pedra da Gávea (RJ)

O “portal” encontrado no lado esquerdo da Pedra da Gávea, que pode ser visto a partir de 800 metros abaixo poderia ser a entrada para o mundo subterrâneo de AGHARTA/SHAMBALA. Há histórias sobre alpinistas que vêem luzes saindo à noite das lacunas em torno das bordas de dentro da grande porta do suposto portal que bloquearia o acesso para o reino de AGHARTA.

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O “portal” encontrado no lado esquerdo da Pedra da Gávea, uma “entrada” dimensional para um mundo subterrâneo, o Reino de Agharta.

A Escadaria ascendente:

Existiria uma gruta tipo sifão na parte onde o maciço rochoso toca o mar, com a parte abobadada acima do mar e com ventilação natural, onde se poderia encontrar uma escadaria em sentido ascencional, que segundo consta, levaria para cima e ao interior da Pedra. O caso mais conhecido referente a esta escadaria é o de dois rapazes que faziam caça submarina e ao encontrarem a entrada para esta gruta, resolveram entrar. Decidiram subir os degraus da escadaria e a última coisa de que se lembram é de terem perdido os sentidos. Quando acordaram, estavam no topo da pedra a 842 metros de altitude.

Mitologia persa

Segundo a mitologia sagrada da antiga cultura PERSA (hoje o IRÃ), há quatro estrelas guardiãs no céu sobre os pontos cardeais da Terra e a Pedra da Gávea é protegido por elas:

Aldebaran, na Constelação do Touro – Leste; Fomalhaut, na Constelação de Piscis Austrinos – Sul; Regulus, na Constelação de Leão – Norte e Antares, na Constelação de Escorpião – Oeste .

Alguns dizem que a rocha é protegida por poderes cósmicos independentes que não pertencem nem ao divino nem as forças do mal conhecidos dos homens. Em 1937, dois cientistas foram submetidos à uma análise clínica depois de passar uma noite na pedra, onde eles juram ter visto uma estranha luz verde saindo das lacunas de todo o portal, de onde viram muitas estátuas humanas dentro.

Todas essas teorias, e o fato de que a rocha é campeã em número de mortes entre os escaladores, suscitaram suspeitas de que a tumba do rei fenício com todos os seus tesouros realmente pode estar dentro dela. A taxa de mortalidade, que é explicada pela falta total de precaução de alpinistas amadores, seria o número de vítimas da maldição colocada sobre aqueles que ousam violar o local do enterro do Rei Fenício.

Conclusão:

Embora não haja evidências sólidas de que a rocha é de fato um antigo marco sagrado de algum tipo, ou um monumento arqueológico, há muitas partes dela que merecem um estudo mais detalhado, a Pedra da Gávea permanece como um lugar para caminhantes, andarilhos e alpinistas, e às vezes como um esconderijo para bandidos. 

Mas sem dúvida é um dos mais belos panoramas do Rio de Janeiro e do Brasil, é um privilégio daqueles que ousam desafiar a gravidade. Se foi uma vez o túmulo deBadezir ou a entrada para o reino de Agharta, hoje é só mais um outro local para Eco-turistas, e um lugar ainda não tão bem explorado. Mas o mistério da pedra sempre será parte da vida dos cariocas. Sempre haverá alguém para perguntar:

– Quem seriam os autores de um monumento tão grandioso?

– Por que eles o construíram?

– Seriam o mesmo povo que esculpiu as Linhas de Nazca no Peru?

– Ou construíram os muros e calçadas ciclópicos  submersoss de Bimini, nas Bahamas?

– Será que os construtores foram os fenícios?

– Se sim, como eles conseguiram atravessar os mares e o oceano Atlântico para chegar até aqui há cerca de três mil anos em nosso passado?

O mistério permanece, enquanto a face de um gigante escondido dando às costas para o nascer do sol, como se à espera de alguém ou do início de uma nova era para desvendar seus segredos. Algum voluntário? Muito obrigado a Pedro Lacaz do Amaral, que nos enviou todo o material escrito utilizado como referência para este artigo, muitas fotos bonitas do local e seus arredores, e para o Live In Rio.

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Sobreposição de uma esfinge dos templos assírios/babilônicos, o touro alado com cabeça humana, sobreposta à Pedra da Gávea

n.T.: O texto a seguir foi anexado como uma grande evidência da capacidade (descrita em vários textos antigos e em alguns dos livros da Bíblia) que os povos semitas antigos, entre eles os fenícios tinham de navegar pelos oceanos do planeta já há mais de três mil anos, pois se assim não fosse possível como e por quem foram feitos tantos registros em antigos escritos em hebraico/aramaico antigo espalhados pelas Américas, norte, central e do sul?

A história moderna e os “eruditos” que defendem o paradigma atual dos descobrimentos feitos pelos portugueses e espanhóis se calam perante todas essas evidências com valor histórico e científico, caso contrario TODA A HISTORIA DO NOVO MUNDO e DO SEU “DESCOBRIMENTO” TERIA QUE SER REESCRITA e a verdade a respeito de nossa atual civilização teria que ser  TOTALMENTE revista.


Los Lunas, Novo México-EUA, na “AMÉRICA DO NORTE” e as Inscrições gravadas em pedra em Língua Aramaica (antigo hebraico).

Fonte: http://www.econ.ohio-state.edu/jhm/arch/loslunas.html

Tradução e acréscimos: Thot3126@gmail.com

Esta rocha foi encontrada no INTERIOR do estado norte americano do Novo Méxicoe possui inscrições gravadas em hebraico antigo e o mais surpreendente na tradução dos caracteres gravados na rocha é que o significado em tudo e por tudo é semelhante aos dez mandamentos dados ao provo hebreu, por Moisés, aos pés do monte Sinai, durante o êxodo conforme descrito na bíblia, o que demonstra a autenticidade e antiguidade das inscrições e o conhecimento que os povos semitas tinham do que viria a ser “descoberto” mais tarde e denominado de “Novo Mundo” por eles visitados.

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Acima: Inscrições em Aramaico/hebraico antigo em uma rocha em Los Lunas-Novo México-EUA.

Data da inscrição:  cerca 700 a.C; – Localização dos Descobrimentos: Região de Los Lunas, Novo México, EUA;  Data da Descoberta : Desconhecida; levadas ao conhecimento dos estudiosos no ano de 1850. Língua: Hebraico/aramaico antigo;  Escrita Superfície: na rocha:

Tradução:

1. Eu sou YHWH seu Elohim (plural para deuses), que trouxe você para fora da terra

2. Nenhum (outro) Elohim terás diante de mim

3. E uma casa de servos? Não fazem a você? Não fazem

4. YHWH o nome em vão. lembre o dia de

5. Shabat para torná-lo santo honra teu pai e tua mãe, para que

6. Seus dias mais longos ser sobre a terra que YHWH teu Elohim

7. Dá para você, não matar, não cometerás adultério, não roubar, não

8. Humilhar seu vizinho, um falso testemunho. Não cobice a mulher do teu próximo

9. E tudo o que pertence ao teu próximo.

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A localização de Los Lunas, no estado do Novo México, nos EUA, com acesso por mar via Golfo do México e também pelo Oceano Pacífico.

Saiba mais em: http://thoth3126.com.br/grand-canyon-misterios-de-uma-imensa-caverna-revelados/

O assim chamado Tetragrammaton é composto dos quatro consoantes hebraicas (lidas da direita para à esquerda) YOD, HE, WAW, e HE refere-se ao nome divino. É comumente traduzida como Jeová no idioma Inglês, se inserindo as 3 vogais entre as consoantes. Na verdade, a parte da Bíblia hebraica (também conhecido como o Antigo Testamento) contém o Tetragrammaton, mais de 6.800 vezes, incluindo alguns casos, dentro dos Dez Mandamentos.

A seguir uma tabela comparativa do Tetragramaton (as quatro letras do nome divino em hebraico) de Los Lunas com alguns outros encontrados em velhas inscrições históricas:

clip_image015Tetragramaton de Los Lunas

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Registro Moabita (Moab) em pedra do nono século antes de Cristo

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Cerâmica Lachish do sétimo século antes de Cristo

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Manuscritos do Mar Morto do terceiro século antes de Cristo

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Moderna Inscrição em alfabeto hebraico do Tetragammaton

Há outra inscrição em uma pedra menor no Pináculo sul da mesa em Los Lunas. Ela pode ter servido como um altar. A foto foi tirada por David Moore em uma viagem de campo para Hidden Mountain em 1993. A primeira linha contém o Tetragrammaton em letras paleo-hebraica. As letras são semelhantes em estilo à inscrição na pedra Decálogo de Los Lunas, mas parecem estar mais gastas pela erosão.

Para comparação de tamanho foi colocada uma moeda ao lado. A inscrição do Decálogo de Los Lunas usa o Tetragrammaton em três lugares. Eles são esculpidos na superfície da rocha em letras hebraicas antigas. E eles são, provavelmente, uma das mais antigas (cerca de três mil anos) amostras de escrita do Tetragrammaton em hebraico antigo sobreviventes do mundo! E ESTÃO LOCALIZADAS NO INTERIOR DA AMÉRICA DO NORTE !!!!!

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Foto: David Moore em 1993

Abaixo está um desenho da mesma inscrição e uma tradução interlinear: 

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Tradução: “JEHOVAH, o nosso deus” – Stan Fox / Juergen Neuhoff – C 2000 – Publicado originalmente em Setembro 2012.

Saiba mais em:

1. http://thoth3126.com.br/agharta-o-mundo-intra-terreno-em-nosso-planeta/

2. http://thoth3126.com.br/brasilia-jk-akhenaton-eo-egito/

3. http://thoth3126.com.br/geometria-sagrada-a-flor-da-vida-e-a-linguagem-da-luz/

4. http://thoth3126.com.br/aghartha-e-area-51-um-visitante-na-terra-interior/

5. http://thoth3126.com.br/aghartha-e-area-51-um-visitante-na-terra-interior/

6. http://thoth3126.com.br/a-conexao-terramaldekmarte-em-gize-cydonia-e-teotihuacanmirador/

7. http://thoth3126.com.br/vietnam-gigantesca-caverna-descoberta/

8. http://thoth3126.com.br/grand-canyon-misterios-de-uma-imensa-caverna-revelados/

9. http://thoth3126.com.br/piramides-no-egito-a-sua-historia-dos-subterraneos-perdida-e-secreta/

Permitida a reprodução desde que mantenha a formatação original e mencione as fontes.

clip_image023www.thoth3126.com.br

Fonte = http://thoth3126.com.br/pedra-da-gavea-uma-esfinge-no-brasil/

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Technorati Marcas:

Esfinge no Brasil: Pedra da Gávea, um acesso para Agharta = COMENTÁRIO

Esfinge no Brasil: Pedra da Gávea, um acesso para Agharta

Posted under África, Egito e Oriente Médio,Agharta-Atlântida-Mundo Pré-Dilúvio,Brasil-América do Sul, Central e Caribe
Comments (37)

37 Responses to Esfinge no Brasil: Pedra da Gávea, um acesso para Agharta

1. clip_image001November 222013

Thoth3126

Sobre a pedra da Gávea quero dizer que desde muito pequena, tenho certeza que desde meus 3 anos de idade, todas as vezes em que passei diante daquele lugar, senti a mesma coisa que senti depois de adulta, até a última vez em que passei por lá: A CERTEZA ABSOLUTA de que ali existe um imenso portal, uma passagem para um outro mundo. Sempre tive CERTEZA ABSOLUTA disso. Não sei explicar como, tão pequena, sabia disso. Muitas vezes senti medo, mas não esse medo comum, talvez fosse expectativa, não sei definir até hoje, era como se eu visse lá dentro e soubesse onde vai dar. A entrada, na parte externa é bem difícil de ser acessada. Uma boa parte após o acesso no interior, parece uma caverna assustadora, mas depois, a caverna vai se abrindo e ficando larga e clara e não sei de onde vem a luminosidade. Senti isso, repito, desde a primeira vez em que passei ali. A sensaçao que estou sentindo agora (lendo o post) é exatamente a mesma que senti todas as vezes que ali estive. Outra coisa. O que eu sempre vi no topo daquele morro é como uma esfinge, mas na forma de um leão deitado. Muita gente no Rio diz que percebe isso. E, para mim, o leão seria um feroz defensor e guardião daquele portal. Aquele lugar é mágico e abriga segredos que não podem estar expostos a pesquisadores, eco…, e/ou, outras coisas que, a título de pesquisa, podem estar tentando detonar com aquele portal. Estou te enviando email porque não tenho acesso ao comentário na postagem do thoth. Alice. nazareth.alice4@gmail.co

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2. clip_image001[1]April 12 2014

OshoBR

Moro de frente para a Pedra da Gávea, do lado da Barra da Tijuca. Sempre vejo luzes estranhas por ali.
Já pensei que fossem lanternas do pessoal subindo a trilha. Mas a luz é forte demais pra ser uma lanterna, é quase como a visão que temos de uma estrela no céu. Tive certeza que não são lanternas quando a luz que aparentemente estava na trilha apareceu ao lado da pedra e também acima dela, tipo sobrevoando mesmo. Sacou? E a velocidade também, não tem como ser alguém andando, nem correndo! Mas não chega a ser uma velocidade absurda, só rápido demais pra ser uma pessoa com a lanterna mais forte do mundo na mão. Não tem como.
Tem balacobaco ali cara, não sei o que é.
É a vista da minha varanda, essa pedra me hipnotiza. Moro no 21º andar, posso olhar pro mar mas acabo sempre virando a cadeira de frente para a pedra e fico ali viajando.
O dia mais bizarro foi quando fiquei um bom tempo olhando e comecei a me “comunicar” por pensamentos. Literalmente pedi pra luz aparecer e ela veio. Aí pensei comigo mesmo “eu sei que vcs ETs estão aí. Apaga a luz agora” E ela apagou. E de novo, “agora acende” e ela acendeu. Fiquei arrepiado e comecei a rir. Fiz a brincadeira mais algumas vezes. Não podia acreditar no que estava acontecendo.
Sei que é difícil de acreditar, nem comento isso com ninguém pq vão debochar. Mas tenho certeza que tem algo diferente ali. Talvez algum portal, não duvido de nada. Foi um exercício mental forte que fiz, após uma meditação leve. Pedi e vi. Coincidência? Talvez. Quem sabe?
Foi nítida a sensação de estar me comunicando com a parada. Eu não pedia pra apagar e apagava minutos depois. Era quase instantâneo mesmo. Muito bizarro.
A partir daí relaxei com a presença da luz. “Ela” está ali na paz.
Outra certeza absoluta que tenho e já compartilhei com amigos é que todas essas pedras altas que tem no RJ nessa região estão relacionadas. Como se fossem antenas, saca? Acho que o magnetismo especial, a sensação de bem-estar que o RJ provoca nas pessoas tem a ver diretamente com essas pedras e seu posicionamento.
Valeu pelo artigo. Abç

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3. clip_image001[2]September 62014

carlos souza

OSHO BR – sou ufologo do RIO/RJ – e gostaria de saber se vc tem alguma foto ou filmagem destas bolas de luzes , tb gostaria de saber qual é a música que vc usa para a meditaçaõ , pois vi uma reportagem sobre o poder do som , e conforme cada som especifico surgem um fenomeno , deixo meu contatos para trocarmos informações com amigos que tenha interesse em : ufos, espiritualidade, fenomenos sobrenaturais e paranormalidades. – obrigado – EMAIL: edintellectus@hotmail.com

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4. clip_image001[3]September 172014

Neeta Raina

Agharta- In the Valmiki Ramayana, one of the ancient most surviving scriptures of India, the Paracas Trident of Peru is mentioned. It also says that when you move inland from this ‘shining three leaved palm’ – and go beyond a few more peaks of the Udaya mountains (Andes), you will reach a glorious peak called Mt. Sunrise. It states,”In the beginning Brahma, the Creator, ordained this Mt. Sunrise to be the gateway for the earth to heaven, and even as the rising place for the Sun, as such this is verily said as the ‘eastern quarter’ of the compass. [4-40-64]. So Agharata just might be the place.

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5. clip_image001[4]September 282014

Mauro Ribeiro

Muito legal esse artigo, moro perto da Pedra da Gávea, já subi lá uma vez quando era menino. Foi uma experiência muito intensa. Continue assim nos iluminado Thoth! Saudações na Luz Mauro

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6. clip_image001[5]September 282014

Mauro Ribeiro

ah, lembrei de outra coisa que pode te interessar, uma vez li que um dos chakras da Mãe Terra fica localizado no litoral do Rio. A refletir, não? Saudações na Luz Mauro

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7. clip_image003December 72014

Eduardo Gonçalves

Fui montanhista na juventude e perdi a conta do número de vezes que escalei a Pedra da Gávea; cheguei a subí-la à noite e sozinho, de uma vez que os meus companheiros desistiram de última hora. Por muitas vezes dormi na gruta da orelha; quando fazia isso pendurava minha mochila em uma saliência no teto, pois morava lá uma cuica que gostava de comer a nossa merenda; eu a vi lá inúmeras vezes… Conhecia a teoria de que a gruta era uma entrada para o túmulo de Badezir e cheguei a entrar lá dentro passando por trás de uma pedra, mas a gruta não se estendia além de um ou dois metros. Por isso nunca dei crédito a essa fantasia.

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8. clip_image004March 25 2015

arnaldo juiniro

gostaria de formar uma equipe para uma exploração amadora,na pedra da gavea,para que possamos tentar ,ver se conseguimos acessar o mundo intraterreno! quem tiver disposição é só me contactar

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9. clip_image004[1]April 4 2015

Gilberto

Eu pesquisei essa historia mas afundo e descobri outro lugar com essas escrituras

Reply

1. clip_image001[6]June 14 2015

Luizfersan

Uma vez fiz uma concentração neste lugar e ouvi algo parecido a uma gravação que dizia “Antes da submersão de Grabonski…” e o som baixou e sumiu, que pena!

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Technorati Marcas:

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Jesus foi um homem casado: prova encontrada em papiro antigo

Jesus foi um homem casado: prova encontrada em papiro antigo

Posted by Thoth3126 on 09/06/2015

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UMA BOMBA CONTRA DOGMAS E MANIPULAÇÃO.

Uma “prova documental” de que Jesus era casado encontrada em papiro antigo que menciona como Jesus  falou de Maria Madalena como sendo sua esposa.

Se verdadeiro, o documento lança dúvidas sobre uma apresentação oficial da igreja romana, durante séculos, de Maria Madalena como uma prostituta arrependida e derruba o ideal (católico romano) cristão de abstinência sexual.  Elabora-se uma tendência antiga e persistente no pensamento cristão, que Jesus e Madalena eram de fato um casal (que inclusive tiveram filhos), como apresentado por Dan Brown na trama de seu thriller best-seller “O Código Da Vinci”.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/

Por Damien Gayle

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Um fragmento de um antigo papiro recentemente descoberto (ou somente agora revelado) faz a sugestão explosiva que Jesus e Maria Madalena eram marido e mulher, eles eram casados dizem os pesquisadores. O fragmento do tamanho de 8 X 4 centímetros suporta/apoia uma corrente no pensamento cristão que mina séculos de dogmas da Igreja católica romana, sugerindo que o Messias cristão não era um celibatário.

O centro do fragmento contém a frase bombástica onde Jesus, falando a seus discípulos, diz: “minha esposa”, que os investigadores acreditam que se refere à Maria Madalena. 

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Explosivo: O papiro antigo que aparentemente prova que Jesus foi casado com Maria Madalena

No texto, Jesus parece estar defendendo-a de algumas críticas, dizendo que “ela vai ser minha discípula“{ n.t. E ela realmente foi sua principal discípula, fato subtraído desde os primórdios da história da igreja de Roma que sempre suprimiu o poder e o aspecto feminino da divindade. O deus de roma é castrado e pedófilo}. Duas linhas depois, ele então diz aos discípulos:  “Eu moro com ela.”

Se verdadeiro, o documento lança dúvidas sobre uma apresentação oficial da igreja romana, durante séculos, de Maria Madalena como uma prostituta arrependida e derruba o ideal (católico romano) cristão de abstinência sexual.  Elabora-se uma tendência antiga e persistente no pensamento cristão, que Jesus e Madalena eram de fato um casal, como apresentado por Dan Brown na trama de seu thriller best-seller “O Código Da Vinci”.

O manuscrito incompleto, escrito em língua copta do antigo Egito, tem sido estudado pela Professora Karen L. King, professora de teologia na Universidade de Harvard, a dotação de assento acadêmico mais antiga dos EUA. A Professora King vai apresentar hoje um trabalho sobre a descoberta em uma conferência internacional em estudos coptas em Roma após a realização de testes extensivos e pesquisas para estabelecer a autenticidade do documento.

Ela disse à Smithsonian Magazine que o fragmento lança (enormes) dúvidas “sobre toda a alegação católica do celibato sacerdotal baseada em Jesus “como um celibatário.”  Ela acrescentou: “O que isto mostra é que houve para os primeiros cristãos, para quem a idéia… a união sexual no casamento poderia ser uma imitação da criatividade de Deus e da geração e que poderia ser espiritualmente correta e adequada. “

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Antiguidade: O verso do papiro está tão danificado que apenas algumas palavras-chave – ‘minha mãe’ e ‘três’ – foram decifráveis.

Em um próximo artigo no Teological Harvard Review, a Professora King especula que este assim chamado ‘Evangelho da Esposa de Jesus “pode ter sido jogado no” lixo porque as ideias nele contidas fluiu tão fortemente contra as marés das correntes ascéticas em que as práticas e o entendimento do casamento e das relações sexuais foram surgindo na igreja católica.

A Professora King minimiza a validade do fragmento como um documento biográfico, dizendo que ele  provavelmente foi confeccionado no primeiro século, em grego ou então após a crucificação e, posteriormente transcrito para o copta. Seu significado em vez disso reside na possibilidade de que uma primeva seita cristã buscou socorro espiritual ao retratar o seu profeta como tendo uma esposa.

Esta representação de Jesus como um homem de paixões e necessidades terrenas não sobreviveu nas doutrinas das igrejas estabelecidas, que enfatizam o celibato e o ascetismo como um ideal espiritual. A interpretação do texto pela Professora King se baseia no pressuposto de que o fragmento é genuíno, uma questão que  de modo algum esta definitivamente resolvida.

Um evangelho diferente: TEXTO DO FRAGMENTO EXPLOSIVO

O verso do antigo papiro está tão danificado que apenas algumas palavras-chave – “minha mãe” e “três’ -foram decifradas, mas na parte da frente, ou recto, a Professora King decifrou oito linhas fragmentárias:

§ Não [para] mim. Minha mãe me deu vi [da] …

§ Os discípulos disseram a Jesus,

§ Negar. Maria é digno de

§ Jesus disse-lhes: Minha esposa

§ Ela será capaz de ser minha discípula

§ Deixe as pessoas perversas aumentarem (de número)

§ Quanto a mim, eu moro com ela, a fim de

§ Uma imagem

VIDEO: Harvard Professor Karen King explains what is on the papyrus fragment:

Como os testes químicos de sua tinta ainda não foram feitos, o papiro ainda pode ser contestado com base na sua autenticidade, embora especialistas independentes deram o seu apoio com base em outros casos. Para autenticar o papiro, a Professora King enviou fotos para Anne Marie Luijendijk, professora na Universidade de Princeton e uma autoridade em  papiros coptas e escrituras sagradas.

A Professora Luijendijk retransmitiu as imagens para Roger Bagnall, um papirólogo de renome, que dirige o Instituto para o Estudo do Mundo Antigo da Universidade de Nova York. Conhecido por suas avaliações mais conservadoras da autenticidade e data de papiros antigos, o Professor Bagnall, no entanto, confirmou que ele acreditava que o documento era genuíno.

O dialeto do escriba e o estilo de escrita, a cor e a textura do papiro, ajudaram a data-lo para a segunda metade do século IV d.C. e colocam a sua provável origem no Alto Egito (Delta do Rio Nilo). Os detalhes do fragmento que apoiam uma outra visão da vida de Jesus que começou a ganhar força desde a descoberta de um esconderijo de antigos manuscritos em Nag Hammadi, no Alto Egito, em 1945.

Estes manuscritos, incluindo o evangelho de Tomé, o Evangelho de Filipe e o SECRETO Apocalipse de João, delineiam a versão gnóstica chamada de cristianismo que difere muito da linha oficial da Igreja (catolicismo).

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Aparecendo a Cristo, após a ressurreição,  a Madalena de Ticiano: Um papiro recentemente descoberto antigo sugere que o Messias e Maria Madalena eram marido e mulher.

O Que é o cristianismo gnóstico?

O gnosticismo é um termo acadêmico moderno para um conjunto de crenças religiosas esotéricas encontradas entre os primeiros grupos cristãos que acreditavam que a realização do conhecimento intuitivo é o caminho para a salvação.

Em geral, eles acreditavam que o mundo material foi criado por Deus, mas não através de algum intermediário sendo por vezes identificado como Ahriman, Satanás ou Javé.

Jesus é identificado por alguns gnósticos como uma encarnação do ser supremo que se encarnou para trazer Gnosis (conhecimento) à terra, de acordo com a Wikipedia. Outros negam que Jesus era Deus feito carne, afirmando-lhe apenas que seria um ser humano que alcançou a divindade através da iluminação e ensinou seus discípulos a fazer o mesmo.

O movimento se espalhou em áreas controladas pelo Império Romano e entre os godos arianos, e do Império Persa, crença que continuou a se desenvolver no Mediterrâneo e no Oriente Médio antes e durante os séculos II e III.

A Conversão ao Islã e a Cruzada dos Albigenses {n.t. Levada a efeito pela igreja de Roma contra o maior centro gnóstico da Europa, no sudoeste da França em Albi, Toulose, Carcassone, que assassinou milhares de gnósticos } em 1209-1229, reduziu muito o número restante de gnósticos, durante a Idade Média, embora algumas comunidades ainda existam.

Idéias gnósticas e pseudo-gnósticas se tornaram influentes em algumas das filosofias esotéricas de vários movimentos místicos do final dos séculos 19 e 20 na Europa e América do Norte.

Perseguidos e muitas vezes separados uns dos outros, as antigas comunidades cristãs tinham opiniões muito diferentes sobre doutrinas fundamentais sobre o nascimento de Jesus, sua vida e morte. Foi somente com o estabelecimento do cristianismo (melhor seria dizer catolicismo) como religião oficial do Império Romano que o imperador Constantino convocou 300 bispos para emitirem uma declaração definitiva da doutrina cristã (católica).

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O antigo Papiro será anunciado pela historiadora Karen L. King – The New York Times/Evan McGlinn

Este assim chamado Credo Niceno – nome derivado da cidade de Nicéia, o local onde se encontraram os bispos  afirmou um modelo de crença cristã de que é até hoje considerado como uma ortodoxia. As origens deste último fragmento de papiro antigo revelado ainda são desconhecidas. A Professora King o recebeu de um colecionador anônimo que o tinha encontrado entre um monte de papiros gregos e coptas antigos.

Acompanhando o fragmento acompanhava uma nota sem assinatura e sem data manuscrita de um tradutor afirmando que é o único exemplo de um texto em que Jesus se refere em discurso direto como tendo uma esposa. A Professora King, que é capaz de ler copta antigo, acredita que algumas das frases dentro das passagens do texto tenham eco em Lucas, Mateus e os evangelhos gnósticos sobre o papel da família.

Estes paralelos convenceram-na de que este relato da vida de Jesus foi composto originalmente no século II dC quando tais questões foram tema de debate teológico intenso. Aqueles que não concordavam com a linha oficial estabelecido pelo Concílio de Nicéia foram no tempo marcado pela Igreja Romana como hereges e todos os seus ensinamentos foram suprimidos (e muitos foram simplesmente assassinados).

Publicado originalmente em 18 de setembro de 2012.

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