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domingo, 11 de janeiro de 2015

A Revelação Templária – 5A – Os Guardiões do Graal

A Revelação Templária – 5A – Os Guardiões do Graal

Posted by Thoth3126 on 11/01/2015

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Capítulo 05 A – OS GUARDIÕES DO GRAAL

Segundo a “linha acadêmica clássica e erudita”, idéias ocultistas acerca dos Templários são um absurdo; muitos historiadores afirmam que eles eram simplesmente os monges-guerreiros que afirmavam ser, e qualquer sugestão de que estivessem envolvidos em qualquer coisa remotamente mística, esotérica e ocultista é resultado de uma imaginação excessiva ou de investigação pouco cuidadosa.

Porque este é o “consenso erudito”, historiadores que se interessam por esta faceta da ordem não ousam revelá-lo abertamente por receio de perderem a sua reputação (e fundos acadêmicos). Assim, esta investigação ou é evitada ou, se é feita, nunca é publicada. (Há vários historiadores respeitados que, em privado, reconhecem que o lado esotérico, místico e ocultista dos Templários é importante, mas nunca o reconhecerão publicamente.)

Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com

Capítulo 05 A – OS GUARDIÃES DO GRAAL – Livro “The Templar Revelation – Secret Guardians of the True Identity of Christ” de  Lynn Picknett e Clive Prince.

http://www.picknettprince.com/

CAPÍTULO 5-A – OS GUARDIÃES DO GRAAL

Esta atitude conduziu a um abandono do estudo de certos lugares importantes dos Templários. E verificamos que a região que é a maior vítima deste fenômeno – a um ponto mistificador – é a região do nosso particular interesse, o Languedoc-Roussillon. Fora da Terra “Santa”, em Jerusalém, esta era a pátria da Ordem dos Cavaleiros Templários – mais de 30% de todas as fortalezas e postos de comando templários, em toda a Europa, encontravam-se nesta pequena área. Contudo, uma quantidade insignificante de trabalho arqueológico tem sido realizado ali, e há alguns lugares importantes que nunca foram investigados.

Felizmente, o abandono oficial é contrabalançado por muitos investigadores particulares com um interesse apaixonado por estes cavaleiros misteriosos de mantos brancos com cruzes vermelhas, e muitos habitantes locais consideram seu dever preservar e proteger os velhos lugares templários. Também existem várias organizações de investigação «amadoras» (no sentido de que não são subsidiadas, mas, de modo algum, no que respeita à qualidade dos seus conhecimentos), como o Centro de Estudos e Investigação Templários, dirigido por George Kiess, em Espéraza (Aude), na França, que  envergonharam os “acadêmicos e eruditos”.

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As descobertas feitas por estes entusiastas a partir de um estudo dos lugares e de muitos documentos templários esquecidos nos arquivos locais são impressionantes – especialmente, dada a falta de fundos e a pura frustração de lidar com arquivistas apáticos e historiadores profissionais.

Um destes grupos de investigação é o Abraxas, dirigido pela expatriada britânica Nicole Dawe e pelo texano Charles Bywaters a partir de estância termal de Rennes-les-Bains, em Aude. As suas investigações, em conjunto com as da rede de grupos similares, produziram sólidas e documentadas descobertas que, literalmente, reescreveram os estudos sobre os Cavaleiros Templários.

Lutando contra a maré da apatia oficial, por um lado, e contra o entusiasmo excessivo dos caçadores de tesouros locais – que representam uma verdadeira ameaça à estrutura dos lugares – por outro, Nicole e Charles descobriram lugares-chave dos Templários que nunca tinham sido tocados pelas pás dos arqueólogos “oficiais”. Grande parte do seu trabalho ainda é inédito, embora eles planejam a publicação em futuro próximo.

Assim, para descobrir mais coisas sobre os Templários nesta terra herética do Languedoc-Roussillon, não foi aos “acadêmicos e eruditos” que nos dirigimos, mas a Charles e a Nicole.

Sentados no apartamento de Charles, situado na rua principal (e, na verdade, quase a única rua) de Rennes-les-Bains, começamos por o interrogar, e a Nicole, sobre as possíveis ligações entre os Templários e os Cátaros. Eles responderam que existiam claros elos de ligação entre os dois grupos, que ultrapassam os simples laços familiares e que foram geralmente ignorados pelos historiadores – por exemplo, no auge da Cruzada dos Albigenses, os Templários albergavam fugitivos cátaros, e existem exemplos documentados de que eles também socorriam cavaleiros que lutavam ativamente a favor dos cátaros contra os cruzados da igreja de Roma.

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Como disse Nicole:

Só temos de examinar os nomes de família dos cátaros nos documentos da Inquisição, e os nomes dos Templários do mesmo período, para verificar que são os mesmos. Mas, mais particularmente, é inegável que certos lugares templários alojaram, protegeram e enterram cátaros em chão sagrado.

Têm surgido sugestões cínicas de que isto se deve ao fato de estas pessoas, para se tornarem membros leigos do Templo, lhes doarem todos os seus bens. De fato, temos provas de cátaros que recorreram aos Templários depois de terem sido completamente desapossados e foram não só recebidos e protegidos como morreram e foram lá enterrados.  Mais tarde, os Templários, por vezes, fizeram o que puderam para assegurar que as famílias cátaras, ou seus descendentes, recuperassem as suas terras.

Charles acrescentou:

Numa área em particular, os Templários permitiram claramente atividade hostil contra os interesses de Roma a partir dos seus domínios. Os cavaleiros cátaros continuavam a participar na luta contra a igreja romana, depois retiravam-se para propriedade templária.

Esse fato é muito facilmente documentado.

Pareceu-nos muito significativo que, dado que muitas acusações levantadas contra os Templários foram definitivamente forjadas, a única coisa que não foi usada como prova contra eles foi a sua estreita ligação com proscritos como os cátaros. Que a Inquisição tinha inteiro conhecimento dessa ligação é revelado pela exumação, levada a cabo pela Inquisição, de corpos de cátaros enterrados em terra templária, para serem queimados como meio de intimidação dos supostos heréticos, mais de trinta anos depois do fim da cruzada.  (E foi a Inquisição que torturou os Templários, portanto, se alguém conhecia a ligação com os cátaros, eram os inquisidores da igreja romana.)

Era evidente que mais alguma coisa se passava, talvez alguma coisa do conhecimento da Coroa francesa, mas que era considerado tão perigoso tornar público que nunca uma palavra acerca dela se tornou conhecida. Em toda a nossa investigação sobre os Templários, de fato, tivemos um sentimento inquietante – mas crescente – de que havia algum segredo monumental escondido sob a superfície da história “oficial“. Seria possível que os Templários e os cátaros partilhassem de algum conhecimento potencialmente explosivo? (n.t. especialmente contra o circo romano) E poderia ter sido este segredo o verdadeiro motivo de Filipe, o Belo, para montar uma campanha tão bem planejada de extermínio contra os Templários?

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A Inquisição da igreja romana: O réu era amarrado com as mãos para atrás e içado a uns 4 metros do chão e violentamente solto lá de cima, segurando-o antes de atingir o chão. Em alguns casos, colocavam-se pesos nos tornozelos para aumentar a dor.

Nem todos os Templários foram aniquilados naquela sexta-feira, dia 13 de outubro. Muitos escaparam e se esconderam nos países vizinhos da França, onde foi-lhes permitido viver e voltar a reagrupar-se sob um nome diferente, e dois países, em particular, ofereceram refúgio seguro aos cavaleiros Templários fugitivos – a Escócia e Portugal. (Neste último, os cavaleiros tornaram-se conhecidos pela Ordem dos Cavaleiros de Cristo.) A área em redor do Languedoc, segundo Charles e Nicole nos informaram, constituiu uma curiosa exceção ao padrão global da perseguição aos Templários.

O Roussillon, a leste desta área, estava sob os auspícios do reino espanhol de Aragão, embora a parte norte, que incluía Carcassonne, fizesse parte da França. Os Templários do Roussillon foram presos e julgados – mas declarados inocentes – e, quando o papa dissolveu oficialmente a ordem, os cavaleiros ingressaram noutras irmandades semelhantes ou viveram o resto das suas vidas da renda das suas terras.

Como vários comentadores têm sugerido, os Templários sobreviveram à tentativa de os exterminarem totalmente e continuaram a existir até mesmo nos dias de hoje, embora as provas sugiram que sofreram vários cismas e atuaram como organizações diferentes, todas proclamando-se descendentes diretas da ordem original, mas nenhuma sendo realmente a continuação da ordem original.

Se os Templários estavam escondendo (n.t. conhecimento considerado herético pelo circo de Roma) alguma coisa – que era considerada tão perigosa pelo rei francês, que o levou a tomar medidas tão drásticas contra eles -, que podia ser? Quem estava a usar quem – o papa ou Filipe? De qualquer ângulo que a história seja encarada, parece faltar um elo de ligação crucial.

Suponhamos que este componente elusivo estava relacionado com o Priorado de Sião. Como já vimos, existem indicações de uma presença misteriosa que inspirou a própria criação dos Templários, e este grande grupo-fantoche (quem quer que fossem) parecia dirigir as cenas subsequentes. Charles e Nicole não duvidam da existência de um «círculo (de Iniciados) secreto» no seio da liderança dos Cavaleiros Templários, que antecedeu até mesmo o seu começo oficial; e vão ao ponto de argumentar que todo o movimento Templário foi criado para dar um rosto público a este círculo secreto, no momento em que a Terra Santa se abriu aos viajantes europeus e às pesquisas “arqueológicas” nas escavações realizadas durante os dez primeiros anos em que a ordem foi composta somente pelos nove cavaleiros iniciais.

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Outros investigadores também chegaram à mesma conclusão. Como escreve o autor francês Jean Robin (baseando-se na investigação de George Cagger):

A Ordem do Templo era, na verdade, constituída por sete círculos «exteriores», dedicados aos mistérios menores, e por três círculos «interiores», correspondentes aos iniciados nos grandes mistérios. E o «núcleo» era composto pelos setenta Templários «interrogados» por Clemente V (depois das prisões de 1307).

Igualmente, no livro The Sign and The Seal, o autor britânico Graham Hancock escreve:

[…] a investigação que conduzi, sobre as crenças e o comportamento deste estranho grupo de monges-guerreiros, convenceram-me de que eles penetraram numa tradição de sabedoria extremamente antiga […].

Era possível manter um grupo interno secreto porque os Templários eram essencialmente uma Escola (Secreta) de Mistério – isto é, eles operavam como uma hierarquia, que se baseava na iniciação e no sigilo. Por conseguinte, é provável não só que um soldado raso Templário soubesse bastante menos que os seus superiores mas também que as suas reais crenças fossem diferentes. É provável que a maioria dos Cavaleiros Templários não fossem mais do que os simples soldados cristãos que pareciam ser, mas o círculo interno e de comando era muito diferente.

O círculo interno dos Templários parece ter existido para promover a pesquisa ativa das matérias esotéricas, ocultistas, alquímicas, gnósticas e religiosas. Talvez uma das razões do seu sigilo fosse o fato de estarem lidando com os aspectos arcanos dos mundos judaico e islâmico. Eles procuravam, literalmente, os segredos do Universo, onde quer que suspeitassem que eles se podiam encontrar, e, no decurso das suas deambulações geográficas e intelectuais, vieram a tolerar – talvez mesmo a adotar – algumas crenças muito heterodoxas para o ortodoxo e dogmático catolicismo romano.

Nessa época, tinha de haver uma força impulsionadora muito forte para andar em busca de conhecimento contra todas as desvantagens, e os Templários não estavam interessados nas complexidades da pesquisa pela pesquisa – eles não eram mais do que pessoas extremamente práticas. Quando seguiam uma determinada linha de investigação, era por uma boa razão, e, por isso, deixaram certas pistas relativas ao que era particularmente importante para eles.

Uma dessas indicações reside nas obsessões de Bernardo de Clairvaux, a primitiva eminencia parda dos Templários. Este monge intelectual, mas impetuoso, aparentava ser extremamente devotado à Virgem (n.t. Devotado à parte feminina da divindade) Maria, como provam os seus múltiplos sermões. No entanto, parece que a Virgem Maria não era o verdadeiro objeto do amor espiritual de Bernardo.  

Era uma outra Maria, uma cuja verdadeira identidade é sugerida pelo fato de ele ter muita simpatia pelas Madonas Negras. Bernardo também escreveu cerca de noventa sermões sobre o tema do Cântico dos Cânticos e pregou muitos mais, ligando explicitamente a «Noiva» Maria de Betânia que, nessa época, era inquestionavelmente assumida como sendo a própria Maria Madalena.

«Sou negra, mas graciosa», diz a mulher apaixonada, uma frase que também associa o Cântico dos Cânticos ao culto da Madona Negra – ao qual Bernardo (que nasceu em Fontaines, próximo de Dijon, um centro de culto e adoração da Madona Negra) era excepcionalmente dedicado.  Afirmou ter recebido a sua inspiração na infância, tendo recebido três gotas de leite milagroso do peito da Madona Negra de Châtillon. Tem-se especulado que esta afirmação era uma referência codificada à sua iniciação no culto da Madona Negra. E, quando Bernardo pregou a Segunda Cruzada, decidiu fazê-lo em Vézelay, um centro de veneração à Maria Madalena.

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A ÍSIS negra, simboliza a Mãe Cósmica, a parte FEMININA da Divindade Criadora, representado geometricamente pelo TRIÂNGULO com o vértice para baixo, formado pelas Mãos de ÍSIS.

É provável, assim, que a aparente devoção de Bernardo à Virgem fosse apenas uma cortina de fumaça para a sua indubitável paixão por Madalena, embora as duas não se excluam mutuamente. Contudo, ao criar a regra templária, Bernardo chamou os Cavaleiros à «obediência de Betânia, o castelo de Maria e Marta», e é conhecido por ter transmitido à ordem esta particular devoção (conhecimento).

Mesmo quando confrontados com a extinção total, os cavaleiros aprisionados com último grão-mestre Jacques de Molay, nas masmorras da fortaleza de Chinon, compuseram uma oração dedicada a Notre Dame (Nossa Senhora) em que recordam S. Bernardo como o fundador da religião da Santa Virgem Maria. Mas, dadas todas as outras provas, isto podia ter sido outra referência codificada ao culto de Madalena (da Deusa).

É significativo que o juramento templário fosse prestado a «Deus e a Nossa (Deusa) Senhora» – ou, muitas vezes, a «Deus e a Santa Maria». Há uma indicação de que a «Nossa Senhora» referida no juramento não é a “Virgem” Maria, o que também é reforçado pelas palavras da absolvição templária: «Peço a Deus que te perdoe os teus pecados como perdoou a Santa Maria Madalena e ao ladrão, que foi crucificado.» – No mínimo, isto revela a importância de Madalena para os Templários. (É digno de nota que, no caso dos Templários do Roussillon, as condições em que estavam acorrentados eram deliberadamente agravadas – por ordem do papa -, especificamente, no dia da festa de Santa Maria Madalena. Não esquecer que o massacre de Béziers ocorreu no dia desta festa, para evidenciar a natureza da «heresia».)

De fato, os Templários estavam interessados em todo o conceito do Feminino Divino – um conceito que pode parecer estar em séria contradição com a sua imagem de guerreiros. Mas, como Charles e Nicole descobriram, a Ordem do Templo incluía as mulheres em seu seio. Nos primeiros anos da sua existência, muitas mulheres prestaram o juramento da ordem, embora permanecessem membros leigos do Templo. No entanto, não há nenhuma indicação de que existisse um enclave secreto de rainhas-guerreiras no seio da Ordem do Templo, como escrevem Michael Baigent e Richard Leigh em «The Temple and The Lodge» (1980):

[…] em Inglaterra, um relato do fim do século XII fala de uma mulher ter ingressado no templo como irmã, e parece implicar claramente uma espécie de ala feminina ou complementar da ordem. Mas nunca se encontrou nenhuma elaboração ou clarificação do fato. Mesmo esta informação, como devia ter estado contida nos registos oficiais da Inquisição, há muito que desapareceu ou foi suprimida.

Nicole e Charles, baseados no seu estudo minucioso de documentos templários, são mais categóricos:

Se consultarmos documentos do século XII, encontramos numerosos exemplos de mulheres terem ingressado na ordem, certamente no primeiro século da sua existência. Qualquer novo membro tinha de fazer o juramento de dar «a minha casa, as minhas terras, o meu corpo e a minha alma à Ordem do Templo». Estes documentos encontram-se principalmente nesta área [o Languedoc] e são exemplos bastantes para mostrar que deve ter havido um grande número de mulheres envolvidas, ao mesmo tempo que os homens.

Charles e Nicole também referem que houve uma alteração posterior nas regras, em que os Templários ficavam especificamente proibidos de aceitar mulheres – com a implicação de que, até aquele momento, eles as tinham aceitado.

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Quando manifestamos alguma surpresa por este fato não ser mais conhecido, e, além de algumas vagas indicações, o envolvimento das mulheres não ser realçado nas obras clássicas sobre os Templários, Charles nos explicou:

Por vezes, parece que grande parte desta informação foi intencionalmente ignorada. O que temos nos livros é muita informação redundante, a mesma coisa, repetidamente relembrada. Só pode ser uma de duas coisas: ou estas pessoas são cegas ou, por qualquer razão específica não realçam esta informação. No caso de um investigador, o que se supõe que estas pessoas sejam, isso é bem visível. Mas é ignorada.

É notável que a rusga de 13 de Outubro de 1307 fosse tão surpreendentemente isenta de derramamento de sangue. Em toda a França, os senescais do rei abriram as suas ordens seladas, as quais lhes ordenavam que organizassem tropas suficientes para prender os guerreiros mais bem preparados da Cristandade – qualquer coisa como a típica esquadra de Polícia suburbana do Reino Unido receber ordens para reunir forças para prender membros do SAS estacionados na sua área. E a maioria dos Templários de França parece ter ido como cordeiros para o matadouro. E estranho que os Cavaleiros não tivessem pedido reforços doutros países.

É significativo que alguns Cavaleiros, incluindo o tesoureiro da ordem, conseguissem escapar-se, de um modo que sugeria que tinham morrido. Além disso, a famosa armada naval dos Templários, que estivera fundeada junto à costa francesa, simplesmente desaparecera nessa altura. Em todos os registos da espoliação templária, ordenada pelo rei de França, não figura um único navio templário e nem mesmo uma única moeda. Para onde foi a armada? Era impossível ter desaparecido sem deixar vestígios.

Mas o círculo interno dos Templários pareceu recorrer a todos os meios para preservar o seu conhecimento secreto. Como demonstrou Hugh Schonfield, o respeitado estudioso do Novo Testamento, os Templários usavam um código em suas comunicações conhecido por «Cifra Atbash». Isto é verdadeiramente notável, porque ele fora usado pelos autores de alguns dos Manuscritos de Mar Morto, pelo menos mil anos antes da fundação da Ordem do Templo. Além de qualquer outro significado que possa ter, isto revela, por si só, que os Templários eram peritos em manter os seus segredos pelos mais engenhosos processos – e também que o seu vasto conhecimento proveio de variadas fontes esotéricas e orientais.

Schonfield revela que, quando o código se aplica ao nome do ídolo da misteriosa cabeça decepada, alegadamente venerada pelos Templários – o Baphomet -, o nome transforma-se na palavra grega Sophia (SABEDORIA). Graham Hancock escreve em The Sign and The Seal que Sophia significa nada menos nada mais que «Sabedoria». Mas, de fato, ela significa bastante mais do que isso, e o seu significado completo acrescenta uma  interpretação diferente a toda a raison d’être dos Templários.

Simplesmente referida como «Sabedoria», em hebraico Chokmah – uma figura feminina, que surge no Antigo Testamento, especificamente no Livro dos Provérbios -, Sofia provocou muitos embaraços a comentadores judaicos e católicos, porque ela é apresentada como a companheira de Deus. É ela quem tem influência sobre ele e, de fato, o aconselha.

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Sofia (sabedoria do Feminino Sagrado) também era central para a cosmologia gnóstica (n.t. adotada pelos Cátaros e por este motivo massacrados pela igreja romana)- na verdade, no texto de Nag Hannmadi chamado Pistis Sophia, ela era intimamente associada a Maria Madalena. E, como Chokmah, ela é chave para a compreensão gnóstica da cabala (o importante e muito influente sistema ocultista que constituiu a base da magia medieval e renascentista). Para os gnósticos, ela era a deusa grega Athena e a deusa egípcia ÍSIS – que, por vezes, era chamada Sofia.

Só por si, evidentemente, o uso da palavra Sofia, por parte dos Templários – como estando codificada em «Baphomet» – não prova qualquer veneração especial dos Cavaleiros pelo principio divino feminino. Podem ter admirado apenas a busca da sabedoria. Contudo, há muitas outras indicações de que isso fazia parte de uma profunda obsessão com o princípio feminino divino, a qual ultrapassava muito a mera semântica – no que diz respeito aos Templários e também a outros grupos esotéricos. Como afirmou Niven Sinclair, um investigador escocês cujo conhecimento dos Templários é particularmente vasto: 

«Os Cavaleiros Templários eram firmes crentes do aspecto feminino da divindade.»

Para Sinclair, não há dúvida disso, nem há nada de estranho nisso. Os Templários, por norma, construíam as suas igrejas redondas porque acreditavam que era a forma que melhor representava o DIVINO. Por sua vez, isso pode ter simbolizado a ideia de um universo redondo, mas é mais provável que tivesse representado o Feminino. Círculos e ciclos foram sempre associados a deusas pagãs de todas as culturas e a todas as coisas femininas. tanto esotéricas como biológicas. É um símbolo arquetípico, recorrente em toda a civilização: as elevações tumulares pré-históricas eram redondas porque representavam o ventre da Terra, que acolhia os mortos para renascerem como espíritos. E toda a gente está familiarizada com a  rotundidade da gravidez e com o símbolo da fase-«mãe» da deusa, a Lua cheia.

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Fosse qual fosse o significado da rotundidade para os Templários, é indubitável que ela nunca foi masculina. E, após a época dos Templários, a construção de igrejas redondas foi oficialmente declarada herética pela Igreja (o circo romano). Contudo, como já observamos, a Igreja francesa de Londres é redonda, uma característica que é repetida e reforçada pelos outros motivos decorativos, exteriores e interiores.

Os Templários, segundo parece, tinham adquirido um conhecimento exótico e herético, mas fora casual ou intencional? As provas apontam para o último: eles foram procurar certos segredos que, uma vez seus, os colocavam em situação de os divulgar ou de reter. Enquanto muitos dos seus segredos continuam sob a sua custódia, eles deixaram indicações de alguns deles sob a forma de código – mesmo esculpidos em pedra.

Os Cavaleiros Templários foram os grandes inspiradores da construção das grandes catedrais góticas, especialmente a de Chartres. Como preponderantes – muitas vezes, únicos – «agentes de desenvolvimento» dos grandes centros europeus de cultura em seu tempo, eles foram os inspiradores das corporações de construtores, incluindo a dos pedreiros – que se tornaram membros leigos da Ordem do Templo, com todas as suas vantagens, como a isenção do pagamento de impostos.

Em toda a longa história das grandes catedrais, o estranho simbolismo da sua decoração e o desenhos das plantas tem causado perplexidade a peritos de muitas disciplinas.

Só recentemente se compreendeu o que, sem dúvida, eles representavam: a codificação em pedra do conhecimento esotérico dos Templários. Graham Hancock, ao discutir a arquitetura sagrada dos antigos egípcios, observa que «ela apenas foi igualada, na Europa, pelas grandes catedrais góticas da Idade Média construídas pelos Templários, como a Catedral de Chartres» e põe uma questão: «Foi um acidente?». Hancock continua:

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O Labirinto no interior da misteriosa Catedral de Chartres, onde parece que até o tempo se move diferente em seu interior …

Há muito que suspeitava de que tinha havido uma ligação e que os Cavaleiros Templários, através das suas descobertas, durante as Cruzadas, podiam ter constituído o elo que faltava na cadeia de transmissão do conhecimento arquitetônico secreto… S. Bernardo, o patrono dos Templários, definira Deus – espantosamente para um cristão – como «comprimento, largura, altura e profundidade». Nem pude esquecer que os próprios Templários tinham sido grandes construtores e grandes arquitetos nem que a ordem monástica de Cister, a que S. Bernardo pertencera, também se tinha distinguido neste campo particular do esforço humano.

O plano das catedrais era projetado especificamente para tomar em consideração – para exemplificar – os princípios da geometria sagrada. Isto é, a ideia de que a proporção geométrica tem, em si mesma, uma ressonância com a harmonia divina do Cosmos e que algumas proporções particulares são mais divinas que outras.

Isto sublinhava a afirmação sumária de Pitágoras de que «o número é tudo» e reforçava o conceito hermético de que a Matemática (n.t. a Geometria Sagrada) é o código em que os deuses falam ao Homem.

Particulares adeptos desta arquitetura esotérica foram os artistas e os construtores renascentistas, para os quais o «meio termo ideal» – para eles, a proporção perfeita – era quase uma panaceia universal. Contudo, isto  não era, de modo algum, a soma total do seu pensamento, e o conceito de geometria sagrada impregnou toda a sua vida intelectual.

Os desenhos de Leonardo Da Vinci, sejam de homens ou de máquinas, o interior de uma flor ou a forma de uma onda, transmitem a convicção do artista de que havia significado no padrão e harmonia na proporção, e um dos seus famosos desenhos, o Homem Vitruviano (Vitruvian Man), personifica literalmente o Termo Médio Ideal.

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O Homem Vitruviano e a proporção Áurea

O lendário Templo de Salomão talvez fosse para os Templários e, mais tarde, o foi para os maçônicos, a fina-flor e modelo de toda a geometria sagrada. Não era apenas um supremo deleite para os olhos de todos os que o contemplavam ou nele prestavam culto, mas ultrapassava os meros cinco sentidos. Considerava-se que fazia ressonância, de forma única e transcendental, da própria harmonia celestial; o seu comprimento, largura, altura e profundidade estavam em total harmonia com as proporções preferidas pelo Universo. O Templo de Salomão era, se quisermos, a própria alma de Deus escrita em pedra.

Muitos visitantes modernos ficam perplexos com as decorações das antigas catedrais, que são claramente de natureza astronômicas. Hoje, poder-se-ia pensar que o inconfundível signo da Constelação do Carneiro (Aries), gravado na porta principal de tão venerável edifício, devia ser uma aberração ou o fraco pessoal de um pedreiro individual? Mas, continuamente, em muitas catedrais diferentes, estes símbolos surgem – e nunca são casuais.

Todo o alto simbolismo que se encontra nas catedrais era interpretado pelos iniciados da época como o reflexo de um velho adágio hermético: Como é em cima, assim é em baixo.

{n.t. “Verum sine mendacio, certum et verissimum: Quod est inferius est sicut quod est superius, et quod est superius est sicut quod est inferius” (É verdade, sem mentira, certo e muito verdadeiro: O que está embaixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está embaixo.)}

Pensava-se que a frase tinha origem na Tábua da Esmeralda de Hermes (Thoth) Trismegisto, o lendário mágico ou mago egípcio, embora as palavras possam ser muito mais antigas. Elas significam que tudo na Terra tem uma (Causa) contrapartida no céu e vice-versa, algo que Platão popularizou com o seu conceito do Ideal.  Segundo este conceito, tudo o que existe, desde uma colher a um homem, era apenas uma versão do seu ideal (causa), o qual existia numa espécie de dimensão alternativa cheia de padrões perfeitos. Os mágicos – ou magos – foram mais longe, e acreditam que todo o pensamento ou ato era refletido num outro plano e que ambas as dimensões, de algum modo, se afetavam mútua e irresistivelmente. Existem ressonâncias deste conceito na moderna idéia científica de universos paralelos.

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Assim, as histórias dos antigos deuses, com os seus ciúmes mesquinhos e obsessões, por vezes, sórdidas eram consideradas como sendo representativas do arquétipo da raça humana. Para os antigos, não havia discrepância entre humilhar-se perante o grande deus olímpico Zeus e acreditar que, ocasionalmente, ele revestia a forma de um animal para seduzir donzelas terrenas. Esperava-se que um deus se comportasse como um homem – mas o inverso deste conceito era a ideia herética para os judeus e para os católicos, de que um homem se podia tornar um deus.

Nada disto constituía novidade para os Templários. A planta das catedrais revela uma compreensão dos princípios herméticos por parte dos construtores e dos cavaleiros que patrocinavam a sua edificação. Eles, mais do que todos os medievais, acarinhavam especialmente a aplicação prática, sempre que possível, de qualquer conhecimento esotérico e místico. Para eles, a codificação de mensagens secretas na própria pedra das catedrais ultrapassava a mera fantasia. Como afirmam Baigent e Leigh em The Temple and The Lodge:

[…] Deus ensinara, de fato, a aplicação prática da geometria sagrada através da arquitetura. E mais uma vez nos encontramos orientados na direção do Templo de Salomão.

Continua …


Links partes anteriores:

1. http://thoth3126.com.br/o-codigo-secreto-de-leonardo-da-vinci/

2. http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-02a-no-mundo-secreto/

3. http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-02b-no-mundo-secreto/

4. http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-03a-no-rastro-de-madalena/

5. http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-03b-no-rastro-de-madalena/

Permitida a reprodução desde que mencione as fontes e respeite a formatação original.

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Fonte = http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-5a-os-guardioes-do-graal/

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Papa Joao XXIII e suas profecias

Papa Joao XXIII e suas profecias

Posted by Thoth3126 on 04/01/2015

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As Profecias do Papa JOÃO XXIII (Turquia-1935).

“Emmanuel, através de Chico Xavier, respondendo a uma entrevista já publicada em livro nos diz que as profecias são reveladas aos homens para não serem cumpridas.

Que elas são na realidade um grande aviso espiritual para que nos melhoremos e afastemos de nós a hipótese do pior caminho profetizado, caso nada façamos”.

Thoth3126@gmail.com

Bendito, bendito, bendito.

Serão os jovens a aclamar-te novo Pai de uma Mãe que sorri. Os filhos de Milão. Dezesseis te contarão. Conservar-te-ão as mãos levantadas. A Virgem Maria estará próxima. A Virgem Maria que foi sacrificada. Nas suas palavras encontrarás o caminho, bendito, bendito, bendito. Serás pai de todos. Será difícil o inicio do caminho, caminhar em Roma em dias de sangue. Aclarar as brumas e os seus sepulcros. Dar Nome sagrado às coisas sagradas, dar nome profano às coisas profanas. Na tua casa receberás um santo descalço.

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Livro de Pier Carpi com as profecias de JOÃO XXIII.

E deixarás à espera os poderosos de mãos desarmadas, rezando por ti. O Santo falará também por ti em cada região e do mundo brancas flores te envolverão. A tua será uma viagem de coragem, o grande desafio ao mundo e ao imundo príncipe do mundo. (O Anticristo) A quem te enviarem soldados tu oporás legiões e nunca voltarás com a tua palavra atrás.

Tornar-te-ás descalço e caminharás com o santo descalço. Quando divulgares a palavra de Maria Santíssima, fechar-se-a a tua única ferida. A mãe da Igreja será Mãe do mundo. Anjo tu serás chamado, bendito.  Dois irmãos e nenhum será o verdadeiro Pai. A Mãe será viúva. Os irmãos do Oriente e do Ocidente matar-se-ão e no ataque matarão os seus filhos. Então descerá do monte o santo descalço e sacudirá o reino abençoado pela Virgem Santíssima.

Escutai as suas palavras. Maria santíssima, filha e Mãe de Deus, dona do tempo futuro (a energia feminina da Deusa), manda reunir os teus filhos que estão nos campos, para que abatam as duas Babilônias. E a Mãe seja uma só, como tu és única. A terra destruirá o cimento (e o asfalto, os shoping centers, as grandes cidades, enfim o PÃO E CIRCO, tão apreciado pela maioria) e da terra serás Rainha, a tua nova Igreja. E sobre a terra trigo, para a fome dos teus povos, flor sobre o seu novo altar. Amem.

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Será grande e breve o teu reinado. Pai será breve, mas conduzir-te-à longe a terra distante onde nasceste e onde serás sepultado. Em Roma não quererão dar-te. E haverá outro Pai, antes de seres sepultados, para rezar por ti, pelas feridas da Mãe. Michael e João, o discípulo amado, descerão à terra. {No evangelho de João ele próprio profetisa esse fato e uma promessa é feita por Cristo. Leia o capítulo final desse evangelho e descubra uma verdade e uma profecia nele velada!!} )

As urnas abertas em lugares secretos sob o tesouro e descrobrir-se-ão os passos do primeiro homem. O grande irmão do Oriente (O Anticristo) fará tremer o mundo com a cruz virada sem lírios. O novo pai irá ao seu encontro, mas deixará a Mãe órfã. Mas antes, com as suas palavras de verdadeira ciência o segredo da arma que destrói as armas. Tempos de paz, e sobre a pedra alto será o nome de Alberto (Nobre, ilustre).

A longa paz fará esquecer os antigos erros. Fará esquecer o grande irmão crucificado de cabeça para baixo. Haverá guerra na Mãe e os seus rebanhos dispersar-se-ão. Então alguém gritará por sangue e será escutado. Desgraça para aquele que tiver gritado, o primeiro sangue a correr será o dele. Combaterão entre si a meia lua, a estrela e a cruz (Uma clara referência A UMA FUTURA GUERRA ENTRE o islamismo do crescente lunar, o judaísmo com a estrela de Davi e os católicos e sua cruz).

Alguém levantará a cruz preta. Do vale do Príncipe (O vale dos rios Tigre e Eufrates, no Iraque) chegarão os cavaleiros cegos. Atrás deles, os corvos da fome, da carestia, da peste. Para onde haveis de fugir, agora que destruístes as igrejas e matastes o último Pai? Esperai o sinal de João (o que foi o evangelista, hoje encarnado novamente como um guerreiro, o autor do livro do Apocalipse). O cordeiro está pronto. Fazei sete vezes o sinal da cruz com a mão cansada e esperai. A luz ainda vem do Ocidente. (do BRASIL)

Antes da ultima luz, os pastores terão reconhecido o sinal. E a igreja terá muitos Pais, todos os irmãos. Da terra e das águas sairão catedrais e templos em honra de antigos santos e de santos novos, de nome eterno. Mas já chegou a hora dos santos. Todos falarão a mesma língua. E falarão para orar à Virgem (à energia da Deusa, Feminina) e ao Salvador (o Cristo coletivo). O Reino de Deus chega a terra, ergue-se a sua cidade, mesmo para aqueles que não a quiseram. O primeiro Sol ilumina a balança do universo. Abri o vosso coração ao lírio.

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A voz será poderosa, anunciada por trombetas. Luz do Ocidente última antes da Luz Eterna, desconhecida. A verdade será mais simples do que tudo quanto se tenha visto ou escrito. Será um bom juízo. Pai nosso, que estais no céu. Venha a nós o teu reino e seja feita a tua vontade no céu e na terra. Passaram-se vinte séculos, acrescentando a idade do Salvador. Amém. (vinte séculos são 2.000 anos mais 33, a idade de Cristo = ano de 2.033)

Eis o livro maldito, escrito (Nova doutrina religiosa que será implantada pelo Anticristo) por quem se odiava a si próprio e à sua raça. Eis o livro da mentira, do ódio, dos esgotos. Devido às tuas palavras muito morrerão sem compreender, sem conhecer o verdadeiro autor. Porque ele morreu há muito tempo. E quem encontrou esconde-se. Eis o livro que invoca o ódio, que divide os homens. Quanto mal causará, quantas dores provocarão, quantas guerras. Por causa deste livro fabricar-se-ão novas armas e muitos homens se fecharão dentro de si próprios.

Eis a verdade, ela será proclamada nos parques, nas praças. Esta é a única verdade. Transformar-se-ão a terra e os seus amores. Setenta anos triunfará este livro numa Quarta parte do mundo, formará chefes, escravizará povos. Os homens semearão ódio e carestia. O orgulho, o sonho do orgulho, o novo paraíso. Inferno na terra. Entre as guerras alguém falará de amor. Mas, mesmo vencido, falso, desmascarado, o livro terá sempre alguns adeptos, até ao fim dos tempos.

E sete, da Grécia através do mundo, depois da visão. Novas palavras conquistarão a terra. Repetidas por cristo. Repetidas pelos seus novos filhos. Será o momento do despertar e dos grandes cânticos. Rolos de papel serão encontrados nos Açores e falarão de antigas civilizações (ATLÂNTIDA) que aos homens ensinarão coisas antigas por eles desconhecidas. A morte será afastada e pequena será a dor. As coisas da terra, por intermédio dos rolos, falarão aos homens das coisas dos céus.

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Sempre mais numerosos os sinais. As luzes nos céus serão vermelhas, azuis, verdes, rápidas. Aumentarão. Alguém vem de longe, quer encontrar os homens da terra. Já houve encontros. Mas quem verdadeiramente viu calou-se. (Uma inequívoca referência a naves extraterrestres e contatos com seres alienígenas.

O PRÓPRIO PAPA JOÃO XXIII TEVE CONTATO COM SERES DAS PLÊIÂDES.

Veja mais em:

1. http://thoth3126.com.br/o-papa-joao-xxiii-manteve-contato-com-ets/

Se uma estrela se apaga, já está morta. Mas a luz que se aproxima é alguém que morreu e que volta (uma referência à Estrela Anã Marrom que se dirige para dentro do nosso sistema solar).

Nos papeis do subterrâneo de ferro de Werner, sempre secretos, a resposta às claras. A época não é aquela que conhecemos. Temos irmãos vivos, irmãos mortos. Nós somos nós próprios, o tempo confunde-nos. Bem vindo Artur (Nobre, generoso), rapaz do passado. Tu serás a prova. Encontrarás o Pai da Mãe.

É o tempo dos dois imperadores. E a Mãe não tem Pai, porque muitos querem ser o Pai. Dois serão apoiados pelos adversários. Levantar-se-ão os gritos e as barreiras da contestação, mas já a Besta sai das águas. E a fome faz parar os exércitos. Os homens vão morrendo e depois da fome, a peste. Deus desencadeou a guerra da natureza (as catástrofes naturais previstas por todos os profetas de todos os tempos) para evitar a guerra dos homens.

O primeiro imperador morre no deserto, atacado pelos animais (vírus ??) da peste, desconhecidos. A filha de Caim subiu ao Norte para pregar. Luxuria na nova Babilônia durante sete anos. No sétimo ano cai o sétimo véu de Salomé, mas já não existe imperador, não existe quem saiba levantar a espada e cortar o pescoço de João. O tempo está próximo. 

clip_image009(Wikipédia) O Beato Papa João XXIII, OFS, nascido Angelo Giuseppe Roncalli (Sotto Il Monte, 25 de Novembro de 1881 — Vaticano, 3 de Junho de 1963) foi Papa e líder mundial da Igreja Católica Apostólica Romana e Soberano da Cidade do Vaticano de 28 de outubro de 1958 até à data da sua morte. Pertencia à Ordem Franciscana Secular (OFS) e escolheu como lema papal: Obediência e Paz. Sendo um sacerdote católico desde 1904, ele iniciou a sua vida sacerdotal em Itália, onde foi secretário particular do bispo de Bérgamo D. Giacomo Radini-Tedeschi (1905-1914), professor do Seminário de Bérgamo e estudioso da vida e obra de São Carlos Borromeu, capelão militar do Exército italiano durante a Primeira Guerra Mundial e presidente italiano do “Conselho das Obras Pontifícias para a Propagação da Fé” (1921-1925).

Em 1925, sendo já um arcebispo-titular, iniciou-se a sua longa carreira diplomática, onde o levou à Bulgária como visitador apostólico (1925-1935), à Grécia e Turquia como delegado apostólico (1935-1944) e à França como núncio apostólico (1944-1953). Em todos estes países, ele destacou-se pela sua enorme capacidade conciliadora, pela sua maneira simples e sincera de diálogo, pelo seu empenho ecumênico e pela sua bondade corajosa em salvar judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1953, foi nomeado cardeal e Patriarca de Veneza.

Foi eleito Papa no dia 28 de Outubro de 1958. Considerado inicialmente um Papa de transição, depois do longo pontificado de Pio XII, ele convocou, para surpresa de muitos, o Concílio Vaticano II, que visava à renovação da Igreja e à formulação de uma nova forma de explicar pastoralmente a doutrina católica ao mundo moderno. No seu curto pontificado de cinco anos escreveu oito encíclicas, sendo as principais a Mater et Magistra (Mãe e Mestra) e a Pacem in Terris (Paz na Terra).

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Devido à sua bondade, simpatia, sorriso, jovialidade e simplicidade, João XXIII era aclamado e elogiado mundialmente como o “Papa bom” ou o “Papa da bondade“. Mas, mesmo assim, vários grupos minoritários de católicos tradicionalistas acusavam-no de ser maçom e radical esquerdista, um herege modernista por ter convocado o Concílio Vaticano II e promovido a liberdade religiosa e o ecumenismo. Ele foi declarado Beato pelo Papa João Paulo II no dia 3 de Setembro de 2000.  É considerado o patrono dos delegados pontifícios e a sua festa litúrgica é celebrada no dia 11 de Outubro. 

Permitida a reprodução desde que mantido a formatação original e mencione as fontes.

clip_image011www.thoth3126.com.br

Fonte = http://thoth3126.com.br/as-profecias-do-papa-joao-xxiii/

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sábado, 13 de dezembro de 2014

18 mulheres revolucionárias

18 mulheres revolucionárias

Publicado em 25.11.2014

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De Joana D’Arc a roqueiras russas, confira essa galeria com 18 mulheres revolucionárias que lutaram para mudar as injustiças a seu redor em diversos momentos da história da humanidade.

Nadezhda Tolokonnikova e Maria Alyokhina, do grupo Pussy Riot, Russia

Presas após protestar contra o presidente Vladimir Putin em uma igreja em 3 de março de 2012, as duas membras do coletivo punk rock feminista passaram a usar sua notoriedade para promover causas ligadas aos direitos humanos. O próprio nome do grupo (algo como a Revolta da Vagina) tem o objetivo de dar uma conotação de poder a algo passivo.

Tawakul Karman, Iêmen

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Líder do Woman Journalists Without Chains (Jornalistas Mulheres Sem Correntes, em tradução livre) – grupo iemenita defensor dos direitos humanos e da liberdade de expressão – Karman ajudou a pressionar o ex-presidente Ali Abdulahh Saleh a renunciar ao poder, que detinha desde 1978, em 2012. Ela foi presa várias vezes durante suas manifestações pacíficas.

Líderes femininas: 10 mulheres fantásticas que lideraram rebeliões

Aung San Suu Kyi, Myanmar

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Vencedora do Prêmio Nobel da Paz, San Suu Kyi vem sendo a líder do movimento de democratização deste pequeno país no sudeste da Ásia, além de advogar em defesa dos direitos humanos e da revolução pacífica. Ela passou 15 anos em prisão domiciliar quando o governo de Myanmar se recusou a ceder o poder quando seu partido venceu as eleições.

Corazon Aquino, Filipinas

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Quando o marido de Corazon, o líder da oposição no país, Benigno Aquino, foi assassinado, em 1983, ela concorreu a presidência contra Ferdinand Marcos, que já detinha o poder por 20 anos. Apesar de sair derrotada, Aquino manteve a luta por uma revolução pacífica contra a ditadura no país formado por ilhas empobrecidas. Em 1986, após a renúncia de Marcos, Corazon Aquino se tornou a primeira mulher a presidir um país asiático.

Olga Benário Preste, Alemanha/Brasil

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Olga nasceu em Munique em 1908. Veio ao Brasil em 1935 ao lado de Luís Carlos Prestes, com o objetivo de instalar um governo revolucionário no país. Depois que o levante armado falhou, Olga foi presa em 1936, sendo entregue posteriormente à Alemanha de Hitler. Presa em um campo de concentração, deu à luz Anita Leocádia Prestes. Após uma grande campanha internacional por sua libertação, Olga conseguiu que Anita fosse entregue a avó paterna. Em 1942, Olga foi assassinada em uma das câmaras de gás dos campos de concentração nazistas.

Angela Davis, EUA

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Ativista política, acadêmica e autora, Angela Davis foi acusada de fornecer a arma que matou um juiz federal. Ela fugiu, conseguindo um lugar na lista dos mais procurados dos EUA. Davis foi presa em Nova York, mas foi absolvida em 1972, apoiada por simpatizantes ativistas que exigiam a sua liberdade.

Golda Meir, Israel

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Apesar de ser mais conhecida como a primeira-ministra de Israel durante a guerra do Yom Kippur, em 1973, Meir deixou sua marca no movimento sionista revolucionário durante o período de pré-estado, quando durante uma viagem para os EUA em 1948, ela arrecadou 50 milhões de dólares da comunidade da diáspora judaica, fazendo com que o estado de Israel fosse possível.

Sociedades em que as mulheres mandam podem nos ensinar muitas coisas

Vilma Espín Lucila, Cuba

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O espírito da revolução comunista de Cuba foi mais vividamente encarnado por sua “primeira-dama”, Vilma Espín Lucila. Depois de estudar engenheira química, Espín pegou em armas contra a ditadura de Batista em 1950 e desmascarou a noção da dócil mulher caribenha com seu uniforme militar e seu espírito revolucionário.

Janet Jagan, Guiana

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Nascida em Chicago, nos EUA, Janet Jagan e seu marido fundaram o Partido Progressista do Povo na Guiana, que procurou promover os ideais marxistas. Sua participação em protestos a levou à cadeia por influência do primeiro ministro britânico Winston Churchill. Foi eleita a primeira mulher presidente da Guiana, em 1997.

Anita Garibaldi, Brasil

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Heroína de dois mundos, Anita Garibaldi lutou em inúmeras batalhas no Brasil, principalmente durante a Revolução Farroupilha, e na Itália, acompanhando o marido Giuseppe Garibaldi. Durante a Batalha de Curitibanos, durante a Guerra dos Farrapos, Anita chegou a ser capturada pelas tropas do império brasileiro. Grávida de seu primeiro filho, conseguiu fugir quando foi avisada, errôneamente, que Giuseppe havia falecido. Depois de passar dias sem comer, ela conseguiu se esconder com outros revolucionários, até encontrar Garibaldi, vivo, dias depois.

Jiang Qing, China

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Após se casar com o presidente Mao Zedong em 1938, Jiang Qing subiu os degraus dentro do Partido Comunista, tornando-se a líder da famosa Gang of Four (Gangue dos Quatro, em tradução livre). Jiang se recusou a pedir desculpas pelas acusações criminais que foram eventualmente interpostas contra ela. Ao invés disso, passou uma década na prisão antes de morrer.

Nadezhda Krupskaia, Rússia

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Junto com o colega Vladimir Lenin, Nadezhda Krupskaia ajudou a fundar a União de Luta pela Emancipação da Classe Operária em 1895. A polícia prendeu os dois, e eles se casaram, enquanto estavam exilados na Sibéria. Após sua libertação, em 1901, ela criou o Iskra (Centelha), um jornal internacional para os marxistas.

Susan B. Anthony, EUA

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Em 1851, Susan B. Anthony conheceu sua companheira de defesa pelos direitos das mulheres Elizabeth Cady Stanton e a dupla começou a excursionar pelo país discutindo o sufrágio para mulheres. Em 1872, Anthony foi presa por votar ilegalmente. Ela morreu antes que a Emenda 19, que garantia o voto das mulheres, fosse aprovada.

Emmeline Pankhurst, Grã-Bretanha

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Emmeline Pankhurst formou o Sindicato Social e Político das Mulheres na Grã-Bretanha, que realizou manifestações públicas e não se furtou de fazer ataques incendiários, vandalismo ou greves de fome. Pankhurst foi rotineiramente presa, mas nunca se afastou de sua busca pelo sufrágio feminino.

Harriet Tubman, EUA

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Harriet Tubman, que nasceu escrava, em 1820, fugiu de Maryland para o estado livre da Pensilvânia. Ao longo dos anos, ela foi em 19 missões para resgatar mais de 300 escravos. Durante a Guerra Civil, ela foi a primeira mulher a liderar uma expedição militar, liberando mais de 700 escravos.

Mary Wollstonecraft, Grã-Bretanha

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No século 18, na Grã-Bretanha, Mary Wollstonecraft fez a afirmação sem precedentes que os direitos das mulheres são iguais aos dos homens. Em suas duas obras mais famosas, Declaração dos Direitos dos Homens (1790) e Declaração dos Direitos da Mulher (1791), ela demonstra seu então radical feminismo.

30 incríveis fotografias históricas

Joana d’Arc, França

Jeanne d'Arc au sacre du roi Charles VII, dans la cathedrale de Reims (1854)

Estimulada por sonhos em que os santos cristãos a incentivavam a lutar contra os ingleses, Joana d’Arc conduziu o famoso assalto que levantou o cerco inglês da cidade de Orleans em 1429, virando a maré em favor dos franceses. Alguns anos mais tarde, Joana foi capturada e queimada em praça pública por razões de bruxaria.

Boudica, Grã-Bretanha

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No século 1 dC, Boudica, a rainha dos Icenos, se rebelou quando suas filhas foram estupradas e ela foi açoitada publicamente por autoridades romanas. Boudica liderou uma coalizão de tribos em uma missão de vingança e arrasou o território onde mais tarde se ergueria Londres. Embora sua rebelião tenha falhado, ela é lembrada como uma das heroínas nacionalistas originais da Grã-Bretanha.

[Time]

Líderes femininas: 10 mulheres fantásticas que lideraram rebeliões

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Autor: Jéssica Maes
Jornalista de 23 anos, acompanha mais seriados do que deveria, é abastecida por doces e livros e, não importa o que digam, sempre acreditou no Snape.

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domingo, 16 de novembro de 2014

ESA Sonda Philae conclui missão primária pouco antes de ficar sem bateria

ESA Sonda Philae conclui missão primária pouco antes de ficar sem bateria

A sonda robótica Philae completou sua missão primária quase 57 horas após ter pousado na superfície do cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko. Na noite dessa sexta-feira (14), o equipamento enviou à Agência Especial Europeia (ESA, da sigla em inglês) mais um pacote de informações relativas à observação a partir da superfície do cometa. Na sequência, já quase sem bateria, a sonda entrou em modo de espera, desligando automaticamente instrumentos e sistemas de bordo.

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Reutersa

Internacional

06:12 - 16 de Novembro de 2014 | Por Agência Brasil

"Recebemos tudo. Correu exatamente como planejávamos”, disse hoje (15) um dos cientistas que participam da missão, Jean Pierre Bibring, esclarecendo que a equipe chegou a tentar reposicionar os instrumentos da sonda de forma a otimizar a incidência da luz solar sobre os painéis solares que garantem o abastecimento energético da Philae. Ao pousar no cometa, a sonda tinha energia suficiente para funcionar por cerca de dois dias e meio. Como está na maior parte do tempo à sombra, a incidência de luz sobre os painéis é insuficiente para carregar a bateria, movida à luz solar.

“Estamos convencidos de que somos capazes de manter Philae trabalhando, desde que seus painéis solares se aproximem o suficiente do sol", acrescentou Bibring.

Os últimos dados transmitidos pela sonda antes de perder contato com a Terra incluem os resultados de testes químicos de uma amostra da superfície do 67/P Churyumov-Gerasimenko, de gelo cósmico e poeira rica em carbono. O cometa, cujo núcleo mede em torno de 4 quilômetros, encontra-se a cerca de 510 milhões de quilômetros da Terra, viajando pelo espaço a uma velocidade de aproximadamente 18 quilômetros por segundo. Como a baixa gravidade praticamente anula o peso da sonda, qualquer oscilação é suficiente para que a Philae se desprenda e se perca no espaço.

Para aproveitar da melhor forma a energia previamente armazenada e tentar evitar ter que movimentar a sonda, os cientistas priorizaram completar as etapas mais simples (fotos, medições de densidade, temperatura e estrutura interna do cometa e análise das moléculas de gás na superfície) antes de dar início à perfuração do solo para análise de sua composição química.

O primeiro relatório sobre os dados colhidos durante missão a será apresentado durante o próximo encontro da União Americana da Geofísica, agendada para ocorrer em São Francisco (EUA), no próximo mês. “A informação recolhida pela Philae vai provocar uma reviravolta na ciência dos cometas”, adiantou o cientista Matt Taylor, membro da equipe.

A sonda Rosetta, que lançou o robô Philae em agosto, ainda vai acompanhar toda a viagem do cometa ao redor do sol pelo próximo ano, regressando em dezembro de 2015. A missão foi planejada há mais de 20 anos para estudar as origens do sistema solar, há estimados 4,6 milhões de anos. As conclusões contribuirão para que os cientistas investiguem também as origens da Terra.

* Com informações da Agência Lusa

Fonte = http://www.noticiasaominuto.com.br/internacional/80523/sonda-philae-conclui-miss%c3%a3o-prim%c3%a1ria-pouco-antes-de-ficar-sem-bateria?utm_source=gekko&utm_medium=email&utm_campaign=daily#.VGjEb3ktB3s

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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

CARAMBA! Colocamos um robô em um cometa!

CARAMBA! Colocamos um robô em um cometa! [fotos]

Publicado em 13.11.2014

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Philae visto da Rosetta

Mais uma vez, se fez história. Depois de percorrer 22,4 quilômetros durante 7 horas, a partir da sonda Rosetta, a sonda Philae conseguiu pousar no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko com ajuda de seus pés autobrocantes que perfuram o solo.

Podem marcar, o dia 12 de Novembro de 2014 é o dia do primeiro pouso controlado em um cometa, à uma distância de 510 milhões de quilômetros da Terra. E isto depois de viajar 10 anos no espaço, e percorrer 6,4 bilhões de quilômetros.

Não foi um pouso fácil, e algumas coisas não saíram como planejado. O Philae não lançou os harpões que deveriam firmar ele no cometa e ainda não se sabe por quê. O resultado foi que ele acabou quicando no cometa e voltando para o espaço.

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Rosetta vista do Philae

15 segundos depois do impacto, os retrofoguetes foram acionados, e por enquanto o Philae está na superfície do cometa, mas não está firme. No momento, ele está executando uma rotina pré-programada de experimentos científicos.

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67P/Churyumov-Gerasimenko visto do Philae

Durante dois dias e meio os 10 instrumentos científicos à bordo farão fotos, analisarão a composição química do cometa, coletarão amostras, e estudarão o campo magnético do cometa. Estes dados são enviados para a sonda Rosetta, que então envia os mesmos para a Terra, onde eles são recebidos 28 minutos depois de enviados.

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Philae chega com segurança na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. Um dos três pés da sonda pode ser visto no primeiro plano

Nos próximos dias, além de preciosas informações sobre o cometa e sua composição, novas imagens devem chegar a nós, confirmando o que sabemos até agora apenas pela telemetria do Philae. [Wired, ESA]

Nossas primeiras fotos de um cometa tiradas bem de pertinho

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Autor: Cesar Grossmann

Sou formado em Engenharia Elétrica, mas trabalho no setor público, gosto de xadrez e fotografia.

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

10 aviões que desapareceram misteriosamente sem deixar nenhum rastro

10 aviões que desapareceram misteriosamente sem deixar nenhum rastro

Desaparecido desde o dia 8 de março, o voo 370 da Malaysia Airlines continua desafiando as equipes de resgate e dando asas à imaginação de toda a população mundial sobre o que aconteceu com a aeronave e porque nenhum destroço ainda foi encontrado. Ao passo que parece impossível um avião simplesmente desaparecer dos radares sem deixar nenhum rastro, o que ocorreu este ano está longe de ser um episódio inédito na história da aviação moderna.
Confira, na lista abaixo, o caso mais recente da aeronave que desapareceu na rota Kuala Lampur-Pequim, e outros aviões que nunca chegaram ao seu destino. Em todos os casos, o mistério continua.

10. O mistério do voo 370 da Malaysia Airlines continua: nenhum sinal do avião que levava 239 pessoas foi encontrado

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Suicídio do piloto. Falha mecânica. Sequestro. Ato terrorista. As hipóteses sobre o que aconteceu com o avião da Malaysia Airlines continuam a se multiplicar diariamente. A aeronave desapareceu no dia 8 de março deste ano e se tornou um dos maiores mistério da história da aviação civil. Nem toda a tecnologia de hoje em dia foi suficiente para sabermos o que ocorreu com o avião.
O que conhecemos de concreto até agora é que o Boeing 777 transportava 227 passageiros e 12 tripulantes e desapareceu dos radares aproximadamente uma hora depois de decolar do Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, na Malásia, com destino a Pequim, na China. O governo malaio declarou que o avião estava perdido cinco horas após decolar. O último sinal detectado da aeronave informava uma altitude de cruzeiro de 35 mil pés (normal) a cerca de 220 km a sudoeste da província mais ao sul do Vietnã. Nenhuma mensagem de socorro ou comportamento estranho da aeronave foram detectados.
Nesta segunda-feira (24), o premiê da Malásia, Najib Razak, confirmou o que os familiares das pessoas a bordo temiam: o voo 370 da Malaysia Airlines caiu no sul do Oceano Índico, a aproximadamente 2.500 km a oeste de Perth, na Austrália. Alguns detritos foram observados na área, mas ainda não foram identificados como sendo do voo 370. A região está no extremo oposto da rota original entre as capitais malaia e chinesa.
Quatro dias depois de a aeronave ter oficialmente desaparecido, as autoridades locais revelaram evidências de que o avião tinha voltado para o Estreito de Malaca e estava, portanto, no lado oposto da Península Malaia, onde deveria estar.
Os investigadores sabem que o Boeing 777 mudou drasticamente de altitude, chegando primeiramente a 45 mil pés e, em seguida, caindo para cerca de 23 mil pés, e que a aeronave pode ter voado durante até seis horas após a última mensagem oficial recebida. Com essas informações, as equipes de investigação acreditam que a hipótese de falha catastrófica é um cenário altamente improvável e que a mudança de direção do avião foi intencional.
Até o momento, foram montadas operações de busca com a ajuda de 26 países, enquanto satélites de 15 deles já foram utilizados na tentativa de encontrar destroços da aeronave. Mas o mistério permanece. Ainda não há vestígio da aeronave ou qualquer explicação concreta para a causa de seu desaparecimento. Não sabemos por que o avião mudou de rota, por que o sistema de comunicação foi desligado ou por que a aeronave continuou voando por diversas horas após sumir dos radares.
As pessoas que estavam no voo também foram alvo de investigações intensas, principalmente o piloto e o copiloto. Entretanto, não houve descobertas significativas. Foi descartada a hipótese de que os comandantes tramavam algum plano juntos. Descobriu-se que dois passageiros iranianos viajavam com passaportes europeus falsos, mas não se tratava de nada além disso.

9. Com 58 pessoas a bordo, avião DC-4 se perde nas águas do Lago Michigan, no nordeste dos Estados Unidos

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Em junho de 1950, 58 pessoas perderam suas vidas quando o voo 2501, da companhia aérea norte-americana Northwest Airlines, desapareceu nas águas do Lago Michigan, na região nordeste dos Estados Unidos. A aeronave fazia a rota entre a cidade de Nova York e o estado de Minnesota.
O Lago Michigan é o maior lago de água doce dos Estados Unidos e o quinto maior do mundo. Sua área, 57.750 km², é um pouco maior do que o estado inteiro da Paraíba. Sua grande extensão pode ter contribuído para o fracasso nas tentativas de busca.
Diversos barcos e aviões vasculharam o lago durante uma semana após o desastre, mas com a exceção de uma pequena quantidade de detritos e restos humanos que flutuavam nas águas, nenhuma parte da fuselagem ou destroços do avião foi achada. Além disso, nenhuma explicação jamais foi dada sobre o que causou o acidente.

8. Um Boeing 727 é roubado do aeroporto de Luanda, na Angola

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O dia 25 de maio de 2003 foi marcante para o Aeroporto Quatro de Fevereiro, em Luanda, capital da Angola. Neste dia, um avião Boeing 727-223 foi roubado por lá.

O avião, anteriormente pertencente à American Airlines, era propriedade da empresa Aerospace Sales & Leasing, com sede em Miami, Flórida, e tinha sido alugado para a empresa aérea TAAG Angola Airlines no momento de seu desaparecimento. O engenheiro de voo, mecânico de aviões e piloto particular Ben Charles Padilla e seu ajudante John Mikel Mutantu estavam trabalhando com mecânicos angolanos para deixar a aeronave pronta para voar após uma tentativa de negócio não ter dado certo.
Nenhum dos homens presentes no local neste momento era capaz de pilotar o avião: nem Mutantu nem os trabalhadores angolanos eram pilotos e Padilla tinha apenas uma licença de piloto particular. Um Boeing 727 daqueles exige uma tripulação treinada de pelo menos três pessoas.
Depois de Padilla e Mutantu terem embarcado no avião, a aeronave começou a taxiar e a manobrar de maneira irregular, sem comunicação entre a tripulação e a torre de controle. O Boeing 727 decolou com seu transponder (o transmissor de rádio na cabine do piloto) e as luzes apagados. O jato e os dois homens nunca mais foram vistos desde então.
Embora acredite-se que Padilla estava no comando da aeronave. Alguns membros de sua família declararam, na sequência do episódio, que ele tinha sido contratado para reaver o jato depois que a TAAG Angola não conseguiu fazer os pagamentos que deveria, enquanto outros temem que Padilla estava sendo manipulado contra a sua vontade.

7. Um jato transportando militares desaparece sobre o Oceano Pacífico nos primeiros dias da Guerra do Vietnã

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Em 16 de março de 1962, o voo 739 foi usado pelos militares dos Estados Unidos para transportar membros do exército estadunidense e vietnamitas da Base Aérea Travis Airforce Base, na Califórnia, até o Vietnã. O avião – naquela época ainda com hélices – chamado Super Constellation contava com 96 passageiros e 11 pessoas da tripulação.
Após reabastecer em Guam, território norte-americano na Micronésia, o avião se dirigiu para a Base Aérea de Clark, nas Filipinas. Mas jamais chegou lá – a aeronave caiu em algum lugar na parte mais ocidental do Oceano Pacífico. Nem os destroços do avião tampouco os corpos de seus ocupantes foram recuperados. Uma hora após a última comunicação por rádio do voo 739, um navio-tanque Standard Oil relatou uma explosão no céu.
Foi sabotagem? Um míssil que atingiu o avião? Problemas de motor? Ninguém sabe ao certo. O Conselho de Aeronáutica Civil dos Estados Unidos concluiu, em seu relatório sobre o acidente: “É razoável presumir” que tudo o que aconteceu no voo 739 “aconteceu de repente e sem aviso”. Não foi um relatório dos mais esclarecedores.

6. Líder de uma popular banda de jazz desaparece em um voo sobre o Canal da Mancha

Maj. Glenn Miller conducts the band during an open air concert. (U.S. Air Force photo)

Em 15 de dezembro de 1944, o líder de uma big band (expressão em inglês que denomina um grande grupo instrumental associado ao jazz) Glenn Miller estava no voo que partiu de uma base da Força Aérea Britânica, localizada na Inglaterra, com destino a Paris, onde Miller faria um show. Porém, o avião onde viajava, um Norseman C-64, nunca chegou à capital francesa.
Miller se juntou às tropas britânicas que lutavam na Segunda Guerra Mundial em 1942, no auge de sua popularidade como músico. Aos 38 anos, ele já era velho demais para ser aproveitado no campo de batalha, mas se apresentou voluntariamente ao Exército, na esperança de liderar a banda militar. O Exército o aceitou e ele foi promovido a major dois anos depois, em 1944.
A explicação oficial sobre o desaparecimento de Miller foi a de que o avião enfrentou mau tempo sobre o Canal da Mancha – que separa a França e a Inglaterra – e não conseguiu super as adversidades climáticas. No entanto, diversos rumores surgiram à época para dar conta do ocorrido.
Alguns acreditavam que o avião tinha sido abatido por um esquadrão da morte alemão, enquanto outros acreditavam que a aeronave conseguiu aterrissar em Paris, mas Miller teria sido assassinado por um policial militar parisiense. A teoria mais louca, no entanto, veio de um jornalista alemão na década de 1990. Segundo ele, Miller teria morrido em decorrência de um ataque cardíaco nos braços de uma prostituta francesa e as forças armadas norte-americanas fizeram de tudo para encobrir o episódio.
Uma outra explicação – e talvez a mais provável – veio de um navegador das focas aéreas britânicas, Fred Shaw, que afirmou ter visto o avião de Miller se envolver em um acidente de “fogo amigo”, enquanto algumas bombas estavam sendo descartados após um ataque abortado na Alemanha.

5. Uma aeronave DC-4 com membros do exército dos EUA desaparece no Alasca

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Um jato DC-4 da companhia aérea Canadian Pacific Air Lines desapareceu na rota entre Vancouver, no Canadá, e Tóquio, no Japão, no dia 21 de julho de 1951. Quando o avião estava a uma distância de uma hora e meia de Anchorage, no Alasca, onde havia feito uma escala, o DC-4 teve a infelicidade de encontrar mau tempo em seu caminho.
Houve chuva forte, condições de gelo e a visibilidade era de apenas 500 pés (pouco mais de 150 metros). Este foi o último relatório da aeronave e a última vez que alguém jamais ouviu falar do avião e dos tripulantes e passageiros. Apesar da extensa busca por vestígios que foi realizada, nada jamais foi encontrado. Estavam presentes na aeronave 6 membros da tripulação, todos naturais do Canadá, e 31 passageiros – muitos membros civis das forças armadas norte-americanas.

4. Um avião viajando a partir do meio do Pacífico com destino a Los Angeles desaparece após comunicar problemas no motor

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Em 1964, 15 anos antes do desastre com o voo 967 da Varig, um avião de transporte DC-4 que levava nove passageiros também desapareceu enquanto rumava a Los Angeles (ver tópico 2). A aeronave em questão havia levantado voo na Ilha de Wake, no meio do Oceano Pacífico. A última transmissão, feita por meio do sistema de rádio do avião, foi realizada a aproximadamente 500 km a sudoeste de Los Angeles. Na ocasião, o piloto comunicava problemas no motor, o que deve ter sido a causa do acidente.
Apesar das autoridades saberem, devido à comunicação do comandante, que havia algo de errado com o motor, não foi possível encontrar nenhum vestígio dos DC-4 ou seus passageiros. Os pesquisadores da Marinha chegaram a identificar uma mancha de óleo no oceano e algumas testemunhas afirmaram ter visto uma cauda de avião afundando no mar, mas nenhuma dessas pistas vingou.

3. Um esquadrão de cinco aviões desaparece sobre o Triângulo das Bermudas – e o avião que deveria resgatá-los também some

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No dia 5 de dezembro de 1945, cinco aviões de combate da Marinha dos Estados Unidos partiram da base naval de Fort Lauderdale, no estado da Flórida, para um voo-treino de navegação sobre a água. Os cinco aviões e os 14 homens que viajavam nas aeronaves desapareceram na região do Triângulo das Bermudas.
Após duas horas de voo, o líder do esquadrão (chamado “voo 19″) relatou que suas bússolas tinham falhado e sua posição no momento era desconhecida. Os outros aviões também relataram falhas similares. Depois disso, foram mais duas horas de mensagens confusas, a última sendo do líder do esquadrão convocando seus homens a abandonarem seus aviões porque eles estavam ficando sem combustível.
Uma hora depois, outro avião da Marinha norte-americana decolou com uma equipe de 13 homens em uma missão de busca e salvamento do esquadrão que havia acabado de desaparecer. Esta aeronave também sumiu. Um navio petroleiro que navegava pela costa da Flórida relatou ter visto uma explosão 20 minutos após o avião que deveria realizar o salvamento ter decolado.
Na sequência do desaparecimento dos seis aviões, centenas de navios e aeronaves fizeram buscas em uma área que abrangia quilômetros quadrados sobre o Oceano Atlântico, o Golfo do México e até mesmo partes remotas da Flórida, mas nenhum vestígio do voo 19 ou do avião de resgate jamais foi encontrado.

2. Avião de carga da brasileira Varig desaparece transportando 1 milhão de dólares em obras do artista Manubu Mabe

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No dia 30 de janeiro de 1979, um avião de carga da companhia aérea brasileira Varig desapareceu apenas meia hora depois da decolagem do Aeroporto Internacional de Narita, em Tóquio. A aeronave tinha como destino direto Los Angeles, onde outra tripulação assumiria o resto da viagem até o Rio de Janeiro. No Boeing 707 do voo 967 eram transportadas 153 pinturas do artista nipo-brasileiro Manubu Mabe, no valor estimado de 1,2 milhão de dólares (sem correção – cerca de R$ 2,78 mi).
O último contato com as torres de comando em solo japonês foi feito enquanto o avião sobrevoava o Oceano Pacífico, a 500 km do litoral do Japão. Os responsáveis perceberam que havia algo de errado quando o comandante Gilberto Araújo não realizou a comunicação prevista para meia hora depois.
Araújo, a propósito, havia sido condecorado na França devido a manobras realizadas que conseguiram minimizar um acidente, seis anos antes, envolvendo outro Boeing 707. Na ocasião, Araújo foi capaz de aterrissar o avião completamente tomado por um incêndio que se iniciou devido a uma bituca de cigarro no lixo do banheiro nas imediações de Paris, destino final do voo. 123 passageiros morreram asfixiados por causa da fumaça e apenas o próprio piloto, 9 membros da tripulação e um único passageiro sobreviveram.
Voltando ao mistério do Varig 967, o avião, as pinturas e todos os seis tripulantes continuam desaparecidos até hoje. Por conter obras de arte valiosas, considerou-se na época a hipótese de que a aeronave havia sido vítima de um sequestro a mando de colecionadores de arte. Porém, nenhuma das obras reapareceu desde então.
Dentre as teorias mais aceitas, está a de que o avião sofreu uma despressurização na cabine logo após ter alcançado a altitude de cruzeiro, o que teria sufocado a tripulação. A aeronave teria voado durante horas no piloto automático até eventualmente ficar sem combustível e cair em algum lugar muito distante das áreas onde as buscas foram conduzidas, o que explicaria o porquê de nunca se ter achado os corpos da tripulação ou partes da fuselagem.
Mais de um ano depois do acidente, o jornal Folha de S. Paulo informou que a Varig ainda não tinha a “mínima ideia do que poderia ter ocorrido com o avião”. “Nem a empresa nem as autoridades forneceram detalhes sobre seu desaparecimento, que depois das fracassadas buscas foi esquecido”, afirmava o jornal. “É uma incógnita. Ele vinha dando a posição certa e depois sumiu, apagou. Não deu mais notícia”, informou o comandante Zoroastro à Folha na época. “Ficamos muito chateados. E não se chegou a conclusão nenhuma”.

1. Amelia Earhart desaparece sobre o Pacífico durante sua tentativa de dar a volta ao mundo

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O desaparecimento da pioneira da aviação e escritora Amelia Earhart (os mais novos devem se lembrar de sua participação como a mocinha no filme “Uma Noite no Museu 2”) é talvez o mistério mais duradouro e conhecido na história da aviação. Amelia foi a primeira aviadora a cruzar o Oceano Atlântico sozinha. Em 2 de junho de 1937, sua aeronave Lockheed Electra desapareceu durante uma tentativa fracassada de dar a volta ao mundo pelo ar. O avião onde ela e o navegador Fred Noonan viajavam desapareceu perto da Ilha de Howland, no meio do Oceano Pacífico.
A Marinha e a Guarda Costeira dos Estados Unidos (em conjunto com o marido de Amelia, George Putnam) começaram imediatamente uma força-tarefa para encontrá-los, mas mesmo com o que de mais avançado exista de aparato tecnológico da época, nenhum vestígio dos aventureiros ou da aeronave jamais foram encontrados. O governo dos EUA concluiu oficialmente que Earhart e Noonan foram incapazes de localizar a Ilha de Howland e simplesmente ficaram sem gasolina.
Entretanto, assim como no caso mais recente do voo 370 da Malaysia e em todos os mistérios da aviação citados aqui, teorias ainda persistem. Alguns acreditam que Amelia era uma agente secreta que foi obrigada, devido a problemas técnicos, a pousar em uma ilha ocupada por japoneses e foi feita prisioneira. Outros acreditam que ela conseguiu voltar para os Estados Unidos, onde mudou de nome e viveu uma vida tranquila e anônima.
No entanto, há evidências convincentes de que o avião onde estava Amelia e seu parceiro de voo Noonan sofreu um acidente, mas conseguiu pousar em uma ilha desabitada chamado Nikumaroro. Os dois teriam se tornado náufragos, bem ao estilo do filme do ano 2000 com Tom Hanks. Uma equipe chamada International Group for Historic Aircraft Recovery (TIGHAR na sigla, algo como “Grupo Internacional para a Recuperação Histórica de Aeronaves”, em tradução livre) tem investigado a ilha desde 1989 e reuniu artefatos consistentes que seriam de Amelia e de seu avião. A equipe encontrou diversos objetos, incluindo ossos humanos, estojo de maquiagem, pedaços de sapatos e um pote que parece ter contido creme para acne. As investigações continuam.

[Oddee, UOL e Mega Curioso]

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Autor: Jéssica Maes
Jornalista de 23 anos, acompanha mais seriados do que deveria, é abastecida por doces e livros e, não importa o que digam, sempre acreditou no Snape.

Fonte - http://hypescience.com/10-avioes-que-desapareceram-misteriosamente-sem-deixar-nenhum-rastro/

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